Tratado de Fisiologia Médica
UNIDADE I - Introdução à Fisiologia: Célula e Fisiologia Geral
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ISBN: 978‐85‐352‐6285‐8
ISBN versão eletrônica: 978‐85‐352‐8554-3
GUYTON AND HALL TEXTBOOK OF MEDICAL PHYSIOLOGY,
13th EDITION
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This translation of Guyton and Hall Textbook of Medical Physiology
13th edition, by John E. Hall, was undertaken by Elsevier Editora
Ltda and is published by arrangement with Elsevier Inc.
Esta tradução de Guyton and Hall Textbook of Medical Physiology
13th edition, de John E. Hall, foi produzida por Elsevier Editora Ltda
e publicada em conjunto com Elsevier Inc.
ISBN: 978‐1‐4557‐7005‐2
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NOTA
Como as novas pesquisas e a experiência ampliam o nosso conhecimento, pode haver necessidade de alteração dos métodos de pesquisa, das práticas profissionais ou do tratamento médico. Tanto médicos quanto pesquisadores devem sempre basear-se em sua própria experiência e conhecimento para avaliar e empregar quaisquer informações, métodos, substâncias ou experimentos descritos neste texto. Ao utilizar qualquer informação ou método, devem ser criteriosos com relação a sua própria segurança ou a segurança de outras pessoas, incluindo aquelas sobre as quais tenham responsabilidade profissional. Com relação a qualquer fármaco ou produto farmacêutico especificado, aconselha-se o leitor a cercar-se da mais atual informação fornecida (i) a respeito dos procedimentos descritos, ou (ii) pelo fabricante de cada produto a ser administrado, de modo a certificar-se sobre a dose recomendada ou a fórmula, o método e a duração da administração, e as contraindicações. É responsabilidade do médico, com base em sua experiência pessoal e no conhecimento de seus pacientes, determinar as posologias e o melhor tratamento para cada paciente individualmente, e adotar todas as precauções de segurança apropriadas. Para todos os efeitos legais, nem a Editora, nem autores, nem editores, nem tradutores, nem revisores ou colaboradores, assumem qualquer responsabilidade por qualquer efeito danoso e/ou malefício a pessoas ou propriedades envolvendo responsabilidade, negligência etc. de produtos, ou advindos de qualquer uso ou emprego de quaisquer métodos, produtos, instruções ou ideias contidos no material aqui publicado.
O Editor
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ
H184t Hall, John E. (John Edward), 1946-13. Tratado de fisiologia médica / John E. Hall. - 13. ed. - Rio
ed. de Janeiro : Elsevier, 2017. 1176 p. : il. ; 27 cm.
Tradução de: Guyton and Hall Textbook of medical
physiology
Inclui bibliografia e índice
ISBN 978-85-352-6285-8
1. Fisiologia humana. 2. Fisiopatologia. I. Título.
16- CDD: 612
35591 CDU: 612
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À
Minha Família
Por seu apoio abundante, sua paciência, compreensão e seu amor
A
Arthur C. Guyton
Por sua pesquisa imaginativa e inovadora
Por sua dedicação à educação
Por nos mostrar o entusiasmo e a alegria pela fisiologia
E por servir como modelo de papel inspirador
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Prefácio
A primeira edição do Tratado de Fisiologia Médica foi escrita por Arthur
C. Guyton há quase 60 anos. Ao contrário de muitos livros-texto médicos
importantes que frequentemente apresentam 20 autores ou mais, as
primeiras oito edições do Tratado de Fisiologia Médica foram totalmente
escritas pelo Dr. Guyton, com o lançamento pontual de cada nova edição,
durante um período de aproximadamente 40 anos. O Dr. Guyton tinha o
dom de comunicar ideias complexas de forma clara e interessante, que
tornou o estudo da fisiologia divertido. Ele escreveu o livro para ajudar os
estudantes a aprender fisiologia, e não para impressionar seus colegas de
profissão.
Trabalhei em estreita colaboração com o Dr. Guyton por quase 30 anos e
tive o privilégio de escrever partes da 9a a e da 10 edições. Após a trágica
morte do Dr. Guyton em um acidente automobilístico, em 2003, assumi a
responsabilidade de completar as edições seguintes.
Com relação à 13a edição do Tratado de Fisiologia Médica, segui a
mesma meta das edições anteriores – explicar, em linguagem compreensível
pelos estudantes, como os diferentes tecidos, órgãos e células do corpo
humano atuam em conjunto para a manutenção da vida.
Essa tarefa foi desafiadora e estimulante, já que nosso conhecimento
rapidamente crescente da fisiologia continua a desvendar novos mistérios
das funções corporais. Avanços na fisiologia celular e molecular tornaram
possível explicar muitos princípios fisiológicos na terminologia das ciências moleculares e físicas, em vez de apenas em uma série de separados e
inexplicáveis fenômenos biológicos.
O Tratado de Fisiologia Médica, todavia, não é um livro de referência que
tenta ser um compêndio dos mais recentes avanços da fisiologia. Este é um
livro que continua a tradição de ser escrito para estudantes. A obra ressalta
os princípios básicos da fisiologia necessários para iniciar uma carreira nas
profissões da área da saúde, como medicina, odontologia e enfermagem,
bem como de pós-graduação em ciências biológicas e área da saúde. Ele
poderá ser também útil para clínicos e profissionais da área da saúde que
desejam fazer revisão dos princípios básicos, necessários à compreensão da
fisiopatologia das doenças humanas.
Tentei manter a mesma organização uniforme que se mostrou útil aos
estudantes no passado e garantir suficiente abrangência do livro, a ponto de
os estudantes desejarem utilizá-lo no futuro como base para suas carreiras
profissionais.
Espero que este livro transmita a grandiosidade do corpo humano e de
suas funções diversas e ainda estimule os alunos a estudar a fisiologia por
toda a sua carreira. A fisiologia corresponde ao elo entre as ciências básicas
e a medicina. A grande beleza da fisiologia está em que ela integra as
funções individuais dos diferentes tecidos, órgãos e células do corpo em um
todo funcional, o corpo humano. Na verdade, o corpo humano é muito mais
do que a soma de suas partes, mas a vida depende, sobretudo, de sua
funcionalidade total, não apenas da atuação das partes corporais, isoladas
umas das outras.
Isso nos leva a uma questão importante: Como são coordenados os órgãos
e os sistemas distintos para manter o funcionamento adequado de todo o
corpo? Felizmente, nossos corpos são dotados de uma vasta rede de
controle por feedback que atinge os equilíbrios necessários sem os quais
não seríamos capazes de sobreviver. O termo homeostasia é empregado pelos fisiologistas para descrever esse alto nível de controle corporal
interno. Nos estados patológicos, os equilíbrios funcionais são, muitas
vezes, seriamente interrompidos, prejudicando a homeostasia. Mesmo
quando um só distúrbio atinge o seu limite, todo o corpo perde sua
capacidade de sobrevivência. Uma das metas deste livro, portanto, é
enfatizar a eficácia e a beleza dos mecanismos de homeostasia do corpo,
bem como apresentar suas funções anormais nos processos patológicos.
Outra meta é ser o mais preciso possível. Sugestões e críticas de muitos
fisiologistas, estudantes e clínicos, em todo o mundo, testaram tanto a
precisão real e efetiva como o equilíbrio do texto. Mesmo assim, em virtude
da probabilidade de erros no processamento de milhares de informações, eu
gostaria de pedir a todos os leitores que enviassem suas anotações, caso
encontrem erro ou inexatidão dos dados. Assim como os fisiologistas
reconhecem a importância do feedback para o funcionamento adequado do
corpo humano, penso que o feedback/retorno dos leitores é igualmente
importante para a melhoria progressiva de um livro de fisiologia. Às muitas
pessoas que já ajudaram, envio meus sinceros agradecimentos. O seu
feedback tem ajudado a melhorar o texto.
Uma breve explicação a respeito de alguns aspectos da 13a edição se faz
necessária. Embora muitos dos Capítulos tenham sido revisados, incluindo
novos princípios da fisiologia e novas figuras para ilustrá-los, o livro foi
rigorosamente monitorado quanto à limitação de seu volume, para que ele
possa ser utilizado com eficiência, nos cursos de fisiologia, pelos estudantes
de medicina e da área da saúde. Muitas das figuras também foram
redesenhadas e, atualmente, estão em cores. Além disso, foram selecionadas
novas referências principalmente por sua descrição dos princípios
fisiológicos, pela qualidade de suas próprias referências e por sua fácil
acessibilidade. A bibliografia selecionada, ao fim de cada Capítulo, contêm
referências de artigos publicados nas revistas científicas mais recentes, que podem ser acessadas, gratuitamente, no site da internet PubMed, em
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/. O uso dessas referências, bem como
das referências cruzadas obtidas desse meio, pode dar ao estudante
cobertura quase completa de todo o campo da fisiologia.
O esforço para ser o mais conciso possível necessitou, infelizmente, de
uma apresentação mais simplificada e dogmática de muitos princípios
fisiológicos do que eu desejaria em outras circunstâncias. Contudo, a
bibliografia pode ser usada para conhecer melhor as controvérsias e as
perguntas ainda sem resposta que permanecem na compreensão das
diferentes funções do corpo humano, na saúde e na doença.
Outro ponto importante é que o texto foi impresso em dois tamanhos. O
texto em corpo normal constitui a informação fisiológica fundamental, que
vai ser necessária ao estudante em praticamente todas as suas atividades e
em seus estudos médicos. O texto em tipo menor, geralmente com retícula
lilás, é de várias áreas diferentes: (1) informações anatômicas, químicas ou
outras que são necessárias para a discussão imediata, mas que a maioria dos
estudantes vai adquirir em outros cursos; (2) informações fisiológicas de
especial importância para alguns campos da medicina clínica; e (3)
informação que será de valor para aqueles alunos que desejam estudar
determinados mecanismos fisiológicos mais profundamente.
Desejo expressar meus sinceros agradecimentos a muitas pessoas que
ajudaram na eleboração deste livro, incluindo meus colegas do Department
of Physiology and Biophysics da University of Mississippi Medical Center,
que forneceram sugestões valiosas. Os docentes de nossa faculdade e uma
breve descrição das pesquisas e atividades educacionais do departamento
podem ser encontrados em http://physiology.umc.edu/. Também estou
agradecido a Stephanie Lucas por seu excelente trabalho de secretaria e a
James Perkins pelas excelentes ilustrações. Michael Schenk e Walter (Kyle)
Cunningham também contribuíram para muitas das ilustrações. Agradeço ainda a Elyse O’Grady, Rebecca Gruliow, Carrie Stetz e a toda equipe da
Elsevier por sua excelência continuada de editoração e produção.
Por fim, tenho enorme dívida com o Dr. Arthur Guyton pelo grande
privilégio de ter colaborado na elaboração do Tratado de Fisiologia Médica
durante os últimos 25 anos, pela notável carreira na fisiologia, por sua
amizade e pela inspiração conferida a todos que o conheceram.
John E. Hall
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Sumário
UNIDADE I - Introdução à Fisiologia: Célula e Fisiologia
Geral
CAPÍTULO 1 - Organização Funcional do Corpo Humano e
Controle do “Meio Interno”
As Células Como Unidades Vivas do Corpo
Líquido Extracelular — o “Meio Interno”
Homeostase: Manutenção de um Meio Interno Quase
Constante
Resumo — Automaticidade do Corpo
RESUMO — AUTOMATICIDADE DO CORPO
CAPÍTULO 2 - A Célula e suas Funções
Organização da Célula
Estrutura Física da Célula
Comparação da Célula Animal com Formas Pré‐celulares de
Vida
Sistemas Funcionais da Célula
Locomoção Celular
CAPÍTULO 3 - Controle Genético da Síntese de Proteínas, do
Funcionamento Celular e da Reprodução Celular
Os Genes no Núcleo Celular Controlam a Síntese Proteica
O Código do DNA no Núcleo Celular é Transferido para o
Código de RNA, no Citoplasma Celular — o Processo de
Transcrição
Síntese de Outras Substâncias na Célula
Controle da Função do Gene e da Atividade Bioquímica nas
Células
O Sistema Genético‐DNA Controla a Reprodução Celular
Diferenciação Celular
Apoptose — Morte Programada das Células
Câncer
UNIDADE II - Fisiologia de Membrana, Nervo e Músculo
CAPÍTULO 4 - O Transporte de Substâncias através das
Membranas Celulares
A Membrana Celular Consiste em uma Barreira Lipídica com
as Proteínas de Transporte da Membrana Celular
Difusão
“Transporte Ativo” de Substâncias através das Membranas
CAPÍTULO 5 - Potenciais de Membrana e Potenciais de Ação
Física Básica dos Potenciais de Membrana
Medida do Potencial de Membrana
Potencial de Repouso de Membrana dos Neurônios
Potencial de Ação dos Neurônios
Propagação do Potencial de Ação
Restabelecimento dos Gradientes Iônicos do Sódio e do
Potássio Após o Término do Potencial de Ação — a
Importância do Metabolismo Energético
O Platô em Alguns Potenciais de Ação
Ritmicidade de Alguns Tecidos Excitáveis — Descarga
Repetitiva
Características Especiais da Transmissão dos Sinais nos
Troncos Nervosos
CAPÍTULO 6 - Contração do Músculo Esquelético
Anatomia Fisiológica do Músculo Esquelético
Mecanismo Geral da Contração Muscular
Mecanismo Molecular da Contração Muscular
Energética da Contração Muscular
Características da Contração do Músculo Como um Todo
CAPÍTULO 7 - Excitação do Músculo Esquelético:
Transmissão Neuromuscular e Acoplamento
Excitação‐Contração
Transmissão dos Impulsos das Terminações Nervosas para
as Fibras Musculares Esqueléticas: a Junção
Neuromuscular
Potencial de Ação Muscular
Acoplamento Excitação‐Contração
CAPÍTULO 8 - Excitação e Contração do Músculo Liso
Contração do Músculo Liso
Regulação da Contração pelos Íons Cálcio
Controles Nervoso e Hormonal da Contração do Músculo
Liso
UNIDADE III - O Coração
CAPÍTULO 9 - O Músculo Cardíaco; o Coração como uma
Bomba e a Função das Valvas Cardíacas
Fisiologia do Músculo Cardíaco
O Ciclo Cardíaco
Regulação do Bombeamento Cardíaco
CAPÍTULO 10 - Excitação Rítmica do Coração
O Sistema Excitatório e Condutor Especializado do Coração
Controle da Excitação e da Condução no Coração
CAPÍTULO 11 - O Eletrocardiograma Normal
Características do Eletrocardiograma Normal
O Fluxo da Corrente ao Redor do Coração durante o Ciclo
Cardíaco
Derivações Eletrocardiográficas
CAPÍTULO 12 - Interpretação Eletrocardiográfica das
Anormalidades do Músculo Cardíaco e do Fluxo Sanguíneo
Coronariano: Análise Vetorial
Princípios da Análise Vetorial dos Eletrocardiogramas
Análise Vetorial do Eletrocardiograma Normal
Eixo Elétrico Médio do QRS Ventricular — e seu Significado
Condições que Causam Voltagens Anormais do Complexo
QRS
Padrões Prolongados e Bizarros do Complexo QRS
Corrente de Lesão
Anormalidades da Onda T
CAPÍTULO 13 - Arritmias Cardíacas e sua Interpretação
Eletrocardiográfica
Ritmos Sinusais Anormais
Ritmos Anormais que Decorrem de Bloqueio dos Sinais
Cardíacos nas Vias de Condução Intracardíacas
Contrações Prematuras
Taquicardia Paroxística
Fibrilação Ventricular
Fibrilação Atrial
Flutter Atrial
Parada Cardíaca
UNIDADE IV - A Circulação
CAPÍTULO 14 - Visão Geral da Circulação; Biofísica de
Pressão, Fluxo e Resistência
Características Físicas da Circulação
Princípios Básicos da Função Circulatória
Inter‐relações da Pressão, Fluxo e Resistência
CAPÍTULO 15 - Distensibilidade Vascular e Funções dos
Sistemas Arterial e Venoso
Distensibilidade Vascular
Pulsações da Pressão Arterial
Veias e suas Funções
CAPÍTULO 16 - A Microcirculação e o Sistema Linfático:
Trocas Capilares, Líquido Intersticial e Fluxo de Linfa
Estrutura da Microcirculação e do Sistema Capilar
Fluxo de Sangue nos Capilares — Vasomotilidade
Trocas de Água, Nutrientes e Outras Substâncias entre o
Sangue e o Líquido Intersticial
Interstício e o Líquido Intersticial
A Filtração do Líquido pelos Capilares é Determinada pelas
Pressões Osmóticas Hidrostáticas e Coloidais e Também
pelo Coeficiente de Filtração Capilar
Sistema Linfático
CAPÍTULO 17 - Controle Local e Humoral do Fluxo Sanguíneo
dos Tecidos
Controle Local do Fluxo Sanguíneo em Resposta às
Necessidades Teciduais
Mecanismos de Controle do Fluxo Sanguíneo
Controle Humoral da Circulação
CAPÍTULO 18 - Regulação Nervosa da Circulação e o
Controle Rápido da Pressão Arterial
Regulação Nervosa da Circulação
Características Especiais do Controle Nervoso da Pressão
Arterial
CAPÍTULO 19 - O Papel dos Rins no Controle a Longo Prazo
da Pressão Arterial e na Hipertensão: O Sistema Integrado de
Regulação da Pressão Arterial
Sistema Rim‐Líquidos Corporais para o Controle da Pressão
Arterial
O Sistema Renina‐Angiotensina: seu Papel no Controle da
Pressão Arterial
Resumo do Sistema Integrado e Multifacetado para a
Regulação da Pressão Arterial
CAPÍTULO 20 - Débito Cardíaco, Retorno Venoso e suas
Regulações
Valores Normais para o Débito Cardíaco em Repouso e
durante a Atividade
Controle do Débito Cardíaco pelo Retorno Venoso —
Mecanismo de Frank‐Starling do Coração
Métodos de Medida do Débito Cardíaco
CAPÍTULO 21 - Fluxo Sanguíneo nos Músculos e o Débito
Cardíaco durante o Exercício; a Circulação Coronariana e a
Doença Cardíaca Isquêmica
Regulação do Fluxo Sanguíneo no Músculo Esquelético no
Repouso e durante o Exercício
Circulação Coronariana
CAPÍTULO 22 - Insuficiência Cardíaca
Dinâmica Circulatória na Insuficiência Cardíaca
Insuficiência Cardíaca Esquerda Unilateral
Insuficiência Cardíaca de Baixo Débito — Choque
Cardiogênico
Edema em Pacientes com Insuficiência Cardíaca
Reserva Cardíaca
CAPÍTULO 23 - Valvas e Bulhas Cardíacas; Defeitos
Cardíacos Valvares e Congênitos
Bulhas Cardíacas
Dinâmica Circulatória Anormal nas Valvulopatias
Dinâmica Circulatória Anormal nos Defeitos Cardíacos
Congênitos
Utilização da Circulação Extracorporal durante Cirurgia
Cardíaca
Hipertrofia Cardíaca nas Cardiopatias Valvulares e
Congênitas
CAPÍTULO 24 - Choque Circulatório e seu Tratamento
Causas Fisiológicas do Choque
Choque Causado por Hipovolemia — Choque Hemorrágico
Choque Neurogênico — Aumento da Capacidade Vascular
Choque Anafilático e Choque Histamínico
Choque Séptico
Fisiologia do Tratamento do Choque
Parada Circulatória
UNIDADE V - Os Líquidos Corporais e os Rins
CAPÍTULO 25 - Os Compartimentos dos Líquidos Corporais:
Líquidos Extra e Intracelulares; e Edema
Entrada e Saída de Líquidos são Balanceadas nas
Condições Estacionárias
Compartimentos de Líquidos Corporais
Constituintes dos Líquidos Extracelular e Intracelular
Medida dos Volumes Líquidos nos Diferentes
Compartimentos Líquidos do Corpo — o Princípio
Indicador‐Diluição
Determinação dos Volumes dos Compartimentos Líquidos
Específicos do Corpo
Regulação da Troca de Líquidos e Equilíbrio Osmótico Entre
os Líquidos Intracelular e Extracelular
Volume e Osmolalidade dos Líquidos Extra e Intracelulares
em Estados Anormais
Glicose e Outras Soluções Administradas com Objetivo
Nutricional
Anormalidades Clínicas da Regulação do Volume de
Líquidos: Hipo e Hipernatremia
Edema: Excesso de Líquido nos Tecidos
Líquidos nos “Espaços em Potencial” do Corpo
CAPÍTULO 26 - O Sistema Urinário: Anatomia Funcional e
Formação da Urina pelos Rins
Múltiplas Funções dos Rins
Anatomia Fisiológica dos Rins
Micção
A Formação da Urina Resulta da Filtração Glomerular,
Reabsorção Tubular e Secreção Tubular
CAPÍTULO 27 - Filtração Glomerular, Fluxo Sanguíneo Renal
e seus Controles
Filtração Glomerular — a Primeira Etapa da Formação da
Urina
Determinantes da FG
Fluxo Sanguíneo Renal
Controle Fisiológico da Filtração Glomerular e do Fluxo
Sanguíneo Renal
Autorregulação da FG e Fluxo Sanguíneo Renal
CAPÍTULO 28 - Reabsorção e Secreção Tubular Renal
A Reabsorção Tubular é Quantitativamente Grande e Muito
Seletiva
A Reabsorção Tubular Inclui Mecanismos Passivos e Ativos
Reabsorção e Secreção ao Longo de Porções Diferentes do
Néfron
Regulação da Reabsorção Tubular
Uso de Métodos de Depuração para Quantificar a Função
Renal
CAPÍTULO 29 - Concentração e Diluição da Urina; Regulação
da Osmolaridade e da Concentração de Sódio do Líquido
Extracelular
Os Rins Excretam o Excesso de Água pela Produção de
Urina Diluída
Os Rins Conservam Água Excretando Urina Concentrada
Características Especiais da Alça de Henle que Mantêm
Solutos Confinados na Medula Renal
Controle da Osmolaridade e da Concentração de Sódio do
Líquido Extracelular
Sistema de Feedback Osmorreceptor ADH
Importância da Sede no Controle da Osmolaridade e da
Concentração de Sódio do Líquido Extracelular
CAPÍTULO 30 - Regulação Renal de Potássio, Cálcio, Fosfato
e Magnésio; Integração dos Mecanismos Renais para o
Controle dos Volumes do Sangue e do Líquido Extracelular
Regulação da Concentração de Potássio no Líquido
Extracelular e Excreção de Potássio
Controle da Excreção Renal de Cálcio e da Concentração
de Íon Cálcio Extracelular
Controle da Excreção Renal de Magnésio e da
Concentração do Íon Magnésio Extracelular
Integração dos Mecanismos Renais para o Controle do
Líquido Extracelular
A Importância da Natriurese por Pressão e da Diurese por
Pressão na Manutenção do Equilíbrio de Sódio e Água no
Corpo
Distribuição do Líquido Extracelular Entre os Espaços
Intersticiais e o Sistema Vascular
Fatores Nervosos e Hormonais Aumentam a Eficácia do
Controle por Feedback do Rim‐Líquidos Corporais
Respostas Integradas às Alterações na Ingestão de Sódio
Condições que Causam Grandes Aumentos do Volume de
Sangue e do Volume de Líquido Extracelular
Condições que Causam Grandes Aumentos do Volume de
Líquido Extracelular, mas com Volume Sanguíneo Normal
CAPÍTULO 31 - Regulação Ácido‐Base
A Concentração do H+ é Precisamente Regulada
Ácidos e Bases — suas Definições e Significados
Defesas Contra Variações da Concentração do H+:
Tampões, Pulmões e Rins
Tamponamento de H+ nos Líquidos Corporais
Sistema Tampão do Bicarbonato
Sistema Tampão Fosfato
As Proteínas são Importantes Tampões Intracelulares
Regulação Respiratória do Equilíbrio Ácido‐Base
Controle Renal do Equilíbrio Ácido‐Base
Secreção de H+ e Reabsorção Hco3 – pelos Túbulos
Renais
A Combinação de Excesso de H+ com Tampões Fosfato e
Amônia no Túbulo Gera “Novo” Hco3 –
Quantificando a Excreção Ácido‐Base Renal
Correção Renal da Acidose — Maior Excreção de H+ e
Adição de Hco3 – ao Líquido Extracelular
Correção Renal da Alcalose — Diminuição da Secreção
Tubular de H+ e Aumento da Excreção de Hco3 –
CAPÍTULO 32 - Diuréticos e Doenças Renais
Diuréticos e seus Mecanismos de Ação
Doenças Renais
Injúria Renal Aguda
A Doença Renal Crônica é Frequentemente Associada a
uma Perda Irreversível de Néfrons Funcionais
UNIDADE VI - Células Sanguíneas, Imunidade e
Coagulação Sanguínea
CAPÍTULO 33 - Hemácias, Anemia e Policitemia
Hemácias (Eritrócitos)
Anemias
Policitemia
CAPÍTULO 34 - Resistência do Corpo à Infecção: I.
Leucócitos, Granulócitos, Sistema Monócito‐Macrófago e
Inflamação
Leucócitos (Glóbulos Brancos)
Neutrófilos e Macrófagos Defendem Contra as Infecções
O Sistema Celular Monócito‐Macrófago (Sistema
Reticuloendotelial)
Inflamação: o Papel dos Neutrófilos e Macrófagos
Eosinófilos
Basófilos
Leucopenia
Leucemia
CAPÍTULO 35 - Resistência do Corpo à Infecção: II.
Imunidade e Alergia
Imunidade Adquirida (Adaptativa)
Alergia e Hipersensibilidade
CAPÍTULO 36 - Tipos Sanguíneos; Transfusão; Transplante
de Tecidos e de Órgãos
A Antigenicidade Causa Reações Imunes do Sangue
Tipos Sanguíneos ABO
Tipos Sanguíneos Rh
Transplante de Tecidos e Órgãos
CAPÍTULO 37 - Hemostasia e Coagulação Sanguínea
Eventos na Hemostasia
Mecanismo da Coagulação Sanguínea
Condições Que Causam Sangramento Excessivo em Seres
Humanos
Condições Tromboembólicas
Anticoagulantes para Uso Clínico
Testes de Coagulação Sanguínea
UNIDADE VII - Respiração
CAPÍTULO 38 - Ventilação Pulmonar
Mecânica da Ventilação Pulmonar
Volumes e Capacidades Pulmonares
Ventilação Alveolar
CAPÍTULO 39 - Circulação Pulmonar, Edema Pulmonar,
Líquido Pleural
Anatomia Fisiológica do Sistema Circulatório Pulmonar
Pressões no Sistema Pulmonar
Volume Sanguíneo dos Pulmões
O Fluxo de Sangue pelos Pulmões e sua Distribuição
Efeito dos Gradientes de Pressão Hidrostática nos Pulmões
Sobre o Fluxo Sanguíneo Regional Pulmonar
Dinâmica Capilar Pulmonar
Líquido na Cavidade Pleural
CAPÍTULO 40 - Princípios Físicos da Troca Gasosa; Difusão
de Oxigênio e Dióxido de Carbono Através da Membrana
Respiratória
As Composições de Ares Alveolar e Atmosférico são
Diferentes
Difusão de Gases Através da Membrana Respiratória
CAPÍTULO 41 - Transporte de Oxigênio e Dióxido de Carbono
no Sangue e nos Líquidos Teciduais
Transporte de Oxigênio dos Pulmões para os Tecidos
Corporais
Transporte de Dióxido de Carbono no Sangue
Proporção das Trocas Respiratórias
CAPÍTULO 42 - Regulação da Respiração
Centro Respiratório
Controle Químico da Respiração
Sistema Quimiorreceptor Periférico para o Controle da
Atividade Respiratória — o Papel do Oxigênio no Controle
Respiratório
Regulação da Respiração Durante o Exercício
CAPÍTULO 43 - Insuficiência Respiratória — Fisiopatologia,
Diagnóstico, Terapia com Oxigênio
Métodos Úteis para o Estudo das Anormalidades
Respiratórias
Fisiopatologias de Anormalidades Pulmonares Específicas
Hipoxia e Terapia com Oxigênio
Hipercapnia — Excesso de Dióxido de Carbono nos
Líquidos Corporais
Respiração Artificial
UNIDADE VIII - Fisiologia da Aviação, do Espaço e do
Mergulho em Alto Mar
CAPÍTULO 44 - Fisiologia da Aviação, das Altas Altitudes e do
Espaço
Efeitos da Baixa Pressão de Oxigênio Sobre o Corpo
Efeitos das Forças de Aceleração Sobre o Corpo na
Fisiologia da Aviação e do Espaço
“Clima Artificial” na Espaçonave Vedada
Imponderabilidade no Espaço
CAPÍTULO 45 - Fisiologia de Mergulho Marítimo Profundo e
Outras Condições Hiperbáricas
Efeitos das Altas Pressões Parciais de Gases Individuais
Sobre o Organismo
Mergulho com Scuba (Self Contained Underwater Breathing
Apparatus)
Problemas Fisiológicos Especiais em Submarinos
Oxigenoterapia Hiperbárica
UNIDADE IX - O Sistema Nervoso: A. Princípios Gerais e
Fisiologia Sensorial
CAPÍTULO 46 - Organização do Sistema Nervoso, Funções
Básicas das Sinapses e Neurotransmissores
Plano Geral do Sistema Nervoso
Grandes Níveis Funcionais do Sistema Nervoso
Comparação do Sistema Nervoso com um Computador
Sinapses do Sistema Nervoso Central
Algumas Características Especiais da Transmissão
Sináptica
CAPÍTULO 47 - Receptores Sensoriais e Circuitos Neuronais
para o Processamento da Informação
Tipos de Receptores Sensoriais e os Estímulos que
Detectam
Transdução dos Estímulos Sensoriais em Impulsos
Nervosos
Transmissão de Sinais de Diferentes Intensidades pelos
Tratos Nervosos — Somação Espacial e Temporal
Transmissão e Processamento dos Sinais em Grupamentos
Neuronais
Instabilidade e Estabilidade de Circuitos Neuronais
CAPÍTULO 48 - Sensações Somáticas: I. Organização Geral,
as Sensações de Tato e de Posição Corporal
Classificação dos Sentidos Somáticos
Detecção e Transmissão das Sensações Táteis
Vias Sensoriais para a Transmissão dos Sinais Somáticos
Até o Sistema
Transmissão no Sistema da Coluna Dorsal — Lemnisco
Medial
Transmissão dos Sinais Sensoriais Menos Críticos na Via
Anterolateral
CAPÍTULO 49 - Sensações Somáticas: II. Dor, Cefaleia e
Sensações Térmicas
Tipos de Dor e suas Qualidades — Dor Rápida e Dor Lenta
Receptores para a Dor e sua Estimulação
Vias Duplas para a Transmissão dos Sinais Dolorosos ao
Sistema Nervoso Central
Sistema da Supressão da Dor (Analgesia) no Cérebro e na
Coluna Vertebral
Dor Referida
Dor Visceral
Sensações Térmicas
UNIDADE X - O Sistema Nervoso: B. Os Órgãos
Especiais dos Sentidos
CAPÍTULO 50 - O Olho: I. Óptica da Visão
Princípios Físicos da Óptica
Óptica do Olho
Sistema de Líquidos do Olho — Líquido Intraocular
CAPÍTULO 51 - O Olho: II. Funções Receptora e Neural da
Retina
Anatomia e Função dos Elementos Estruturais da Retina
Fotoquímica da Visão
Visão em Cores
Função Neural da Retina
CAPÍTULO 52 - O Olho: III. Neurofisiologia Central da Visão
Vias Visuais
Organização e Função do Córtex Visual
Padrões Neuronais de Estimulação durante Análise da
Imagem Visual
Movimentos Oculares e seu Controle
Crontrole Autônomo da Acomodação e da Abertura Pupilar
CAPÍTULO 53 - O Sentido da Audição
Membrana Timpânica e o Sistema Ossicular
Cóclea
Mecanismos Auditivos Centrais
CAPÍTULO 54 - Os Sentidos Químicos — Gustação e Olfação
Sentido da Gustação
Sentido da Olfação
UNIDADE XI - O Sistema Nervoso: C. Neurofisiologia
Motora e Integrativa
CAPÍTULO 55 - Funções Motoras da Medula Espinal; os
Reflexos Espinais
Organização da Medula Espinal para as Funções Motoras
Receptores Sensoriais Musculares — Fusos Musculares e
Órgãos Tendinosos de Golgi — e suas Funções no Controle
Muscular
Reflexo Flexor e Reflexos de Retirada
Reflexo Extensor Cruzado
Inibição e Inervação Recíprocas
Reflexos Posturais e Locomoção
CAPÍTULO 56 - Controle Cortical e do Tronco Cerebral da
Função Motora
Córtex Motor e Trato Corticoespinal
Controle das Funções Motoras pelo Tronco Cerebral
Sensações Vestibulares e Manutenção do Equilíbrio
CAPÍTULO 57 - Contribuições do Cerebelo e dos Gânglios da
Base para o Controle Motor Global
O Cerebelo e suas Funções Motoras
Gânglios da Base e suas Funções Motoras
Integração Entre as Muitas Partes do Sistema Total de
Controle Motor
CAPÍTULO 58 - Córtex Cerebral, Funções Intelectuais do
Cérebro, Aprendizado e Memória
Anatomia Fisiológica do Córtex Cerebral
Funções de Áreas Corticais Específicas
Função do Corpo Caloso e da Comissura Anterior para
Transferir Pensamentos, Memórias, Treinamento e Outras
Informações entre os Dois Hemisférios Cerebrais
Pensamentos, Consciência e Memória
CAPÍTULO 59 - Mecanismos Comportamentais e
Motivacionais do Cérebro — o Sistema Límbico e o
Hipotálamo
Sistemas de Ativação e Motivação do Cérebro
Sistema Límbico
Hipotálamo, uma Grande Sede de Controle do Sistema
Límbico
Funções Específicas de Outras Partes do Sistema Límbico
CAPÍTULO 60 - Estados da Atividade Cerebral — Sono,
Ondas Cerebrais, Epilepsia, Psicoses e Demência
Sono
Dois Tipos de Sono — Sono de Ondas Lentas e com
Movimentos Rápidos dos Olhos (REM)
CAPÍTULO 61 - O Sistema Nervoso Autônomo e a Medula
Adrenal
Organização Geral do Sistema Nervoso Autônomo
Características Básicas da Função Simpática e
Parassimpática
Estimulação de Órgãos Discretos em Algumas
Circunstâncias e Estimulação em Massa em Outras
Circunstâncias pelos Sistemas Simpático e Parassimpático
CAPÍTULO 62 - Fluxo Sanguíneo Cerebral, Líquido
Cefalorraquidiano e Metabolismo Cerebral
Fluxo Sanguíneo Cerebral
Sistema do Líquido Cefalorraquidiano
Metabolismo Cerebral
UNIDADE XII - Fisiologia Gastrointestinal
CAPÍTULO 63 - Princípios Gerais da Função Gastrointestinal
— Motilidade, Controle Nervoso e Circulação Sanguínea
Princípios Gerais da Motilidade Gastrointestinal
Controle Neural da Função Gastrointestinal — Sistema
Nervoso Entérico
Controle Hormonal da Motilidade Gastrointestinal
Tipos Funcionais de Movimentos no Trato Gastrointestinal
Fluxo Sanguíneo Gastrointestinal — “Circulação
Esplâncnica”
CAPÍTULO 64 - Propulsão e Mistura dos Alimentos no Trato
Alimentar
Ingestão de Alimentos
Funções Motoras do Estômago
Movimentos do Intestino Delgado
Movimentos do Cólon
Outros Reflexos Autônomos que Afetam a Atividade
Intestinal
CAPÍTULO 65 - Funções Secretoras do Trato Alimentar
Princípios Gerais da Secreção no Trato Alimentar
Secreção de Saliva
Secreção Gástrica
Secreção Pancreática
Secreção de Bile pelo Fígado
Secreções do Intestino Delgado
Secreção de Muco pelo Intestino Grosso
CAPÍTULO 66 - Digestão e Absorção no Trato Gastrointestinal
Digestão de Diversos Alimentos por Hidrólise
Princípios Básicos da Absorção Gastrointestinal
Absorção no Intestino Delgado
Absorção no Intestino Grosso: Formação de Fezes
CAPÍTULO 67 - Fisiologia dos Distúrbios Gastrointestinais
UNIDADE XIII - Metabolismo e Termorregulação
CAPÍTULO 68 - Metabolismo dos Carboidratos e Formação do
Trifosfato de Adenosina
CAPÍTULO 69 - Metabolismo dos Lipídios
Estrutura Química Básica dos Triglicerídeos (Gordura
Neutra)
Transporte de Lipídios nos Líquidos Corporais
CAPÍTULO 70 - Metabolismo das Proteínas
CAPÍTULO 71 - O Fígado como Órgão
CAPÍTULO 72 - Equilíbrios Dietéticos; Regulação da
Alimentação; Obesidade e Inanição; Vitaminas e Minerais
Em Condições Estáveis a Ingestão e o Gasto Energético
Estão Equilibrados
Regulação da Ingestão Alimentar e do Armazenamento de
Energia
CAPÍTULO 73 - Energética Celular e a Taxa Metabólica
CAPÍTULO 74 - Regulação da Temperatura Corporal e Febre
Temperaturas Corporais Normais
A Temperatura Corporal é Controlada pelo Equilíbrios Entre
a Produção e a Perda de Calor
Regulação da Temperatura Corporal — o Papel do
Hipotálamo
Anormalidades da Regulação da Temperatura Corporal
UNIDADE XIV - Endocrinologia e Reprodução
CAPÍTULO 75 - Introdução à Endocrinologia
Coordenação das Funções Corporais por Mensageiros
Químicos
Estrutura Química e Síntese de Hormônios
Secreção Hormonal, Transporte e Depuração de Hormônios
do Sangue
Mecanismos de Ação dos Hormônios
CAPÍTULO 76 - Hormônios Hipofisários e seu Controle pelo
Hipotálamo
A Glândula Hipófise e sua Relação com o Hipotálamo
O Hipotálamo Controla a Secreção Hipofisária
Funções Fisiológicas do Hormônio do Crescimento
Hipófise Posterior e sua Relação com o Hipotálamo
CAPÍTULO 77 - Hormônios Metabólicos da Tireoide
Síntese e Secreção dos Hormônios Metabólicos Tireoidianos
Funções Fisiológicas dos Hormônios Tireoidianos
Regulação da Secreção do Hormônio Tireoidiano
CAPÍTULO 78 - Hormônios Adrenocorticais
Corticosteroides: Mineralocorticoides, Glicocorticoides e
Androgênios
Síntese e Secreção dos Hormônios Adrenocorticais
Funções dos Mineralocorticoides — Aldosterona
Funções dos Glicocorticoides
CAPÍTULO 79 - Insulina, Glucagon e Diabetes Melito
A Insulina e seus Efeitos Metabólicos
O Glucagon e suas Funções
Resumo da Regulação da Glicose Sanguínea
CAPÍTULO 80 - Paratormônio, Calcitonina, Metabolismo de
Cálcio e Fosfato, Vitamina D, Ossos e Dentes
Visão Geral da Regulação de Cálcio e Fosfato no Líquido
Extracelular e no Plasma
Osso e sua Relação com o Cálcio e o Fosfato Extracelulares
Vitamina D
Paratormônio
Calcitonina
Resumo do Controle da Concentração de Cálcio Iônico
Fisiologia dos Dentes
CAPÍTULO 81 - Funções Reprodutivas e Hormonais
Masculinas (e Função da Glândula Pineal)
Espermatogênese
Ato Sexual Masculino
Testosterona e Outros Hormônios Sexuais Masculinos
CAPÍTULO 82 - Fisiologia Feminina Antes da Gravidez e
Hormônios Femininos
Anatomia Fisiológica dos Órgãos Sexuais Femininos
Oogênese e Desenvolvimento Folicular nos Ovários
Sistema Hormonal Feminino
Ciclo Ovariano Mensal; Função dos Hormônios
Gonadotrópicos
Funções dos Hormônios Ovarianos — Estradiol e
Progesterona
Regulação do Ritmo Mensal Feminino — Interação Entre os
Hormônios Ovarianos e Hipotalâmico‐Hipofisários
O Ato Sexual Feminino
CAPÍTULO 83 - Gravidez e Lactação
Maturação e Fertilização do Óvulo
Nutrição Inicial do Embrião
Anatomia e Função da Placenta
Fatores Hormonais na Gravidez
Parto
Lactação
CAPÍTULO 84 - Fisiologia Fetal e Neonatal
UNIDADE XV - Fisiologia do Esporte
CAPÍTULO 85 - Fisiologia do Esporte
Índice Remissivo
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UNIDADE I
Introdução à Fisiologia:
Célula e Fisiologia Geral
RESUMO DA UNIDADE
CAPÍTULO 1 - Organização Funcional do Corpo
Humano e Controle do “Meio Interno”
As Células Como Unidades Vivas do Corpo
Líquido Extracelular — o “Meio Interno”
Homeostase: Manutenção de um Meio Interno Quase
Constante
Resumo — Automaticidade do Corpo
RESUMO — AUTOMATICIDADE DO CORPO
CAPÍTULO 2 - A Célula e suas Funções
Organização da Célula
Estrutura Física da Célula
Comparação da Célula Animal com Formas Pré‐celulares
de Vida
Sistemas Funcionais da Célula
Locomoção Celular
CAPÍTULO 3 - Controle Genético da Síntese de
Proteínas, do Funcionamento Celular e da Reprodução
Celular
Os Genes no Núcleo Celular Controlam a Síntese Proteica
O Código do DNA no Núcleo Celular é Transferido para o
Código de RNA, no Citoplasma Celular — o Processo de
Transcrição
Síntese de Outras Substâncias na Célula
Controle da Função do Gene e da Atividade Bioquímica nas
Células
O Sistema Genético‐DNA Controla a Reprodução Celular
Diferenciação Celular
Apoptose — Morte Programada das Células
Câncer
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CAPÍTULO 1
Organização Funcional do Corpo
Humano e Controle do “Meio
Interno”
A fisiologia é a ciência que busca explicar os mecanismos físicos e
químicos responsáveis pela origem, pelo desenvolvimento e pela progressão
da vida. Cada tipo de vida, desde um vírus simples até a mais alta árvore ou
o complicado ser humano, tem suas próprias características funcionais.
Portanto, o vasto campo da fisiologia pode ser dividido em fisiologia
virótica, fisiologia bacteriana, fisiologia celular, fisiologia vegetal,
fisiologia dos invertebrados, fisiologia dos vertebrados, fisiologia dos
mamíferos, fisiologia humana e diversas outras subdivisões.
Fisiologia Humana. A ciência da fisiologia humana tenta explicar as
características e os mecanismos específicos do corpo humano que fazem dele um ser vivo. O próprio fato de nos mantermos vivos é o resultado de