A Torre Negra, Vol. 2: A Escolha dos Três

Stephen King · Capítulo 268 de 274

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A Torre Negra, Vol. 2: A Escolha dos Três

Por fim eles alcançaram uma verdadeira floresta,…

Por fim eles alcançaram uma verdadeira floresta, e o barulho do mar

Ocidental foi se reduzindo a um zumbido monótono, que só ouviam quan-

do o vento soprava na direção certa.

E agora... carne.

 

O pistoleiro pegou o cervo e tentou limpá-lo com a faca segura entre o terceiro e o quarto dedos da mão direita. Não deu certo. Os dedos não tinham força suficiente. Trocou a faca para sua mão esquerda e conse-

guiu dar um corte desajeitado da virilha ao peito do cervo. A faca deixou sair o sangue quente antes que ele coagulasse na carne e a estragasse... mas foi realmente um corte ruim. Uma criança de colo teria feito melhor.

Vai aprender a ser esperta, disse Roland à mão esquerda, e se preparou

para cortar de novo, agora mais fundo.

Duas mãos morenas fecharam-se sobre a dele e pegaram a faca.

Roland se virou.

— Eu faço isso — disse Susannah.

— Já fez alguma vez?

— Não, mas você me ensina.

— Está bem.

— Carne — disse ela, sorrindo.

— Sim — disse ele, devolvendo o sorriso. — Carne.

— O que está acontecendo? — gritou Eddie. — Ouvi um tiro. — Ótimo você ter chegado! — gritou ela de volta. — Venha ajudar! Mais tarde, comeram como dois reis e uma rainha. Quando come-

çou a mergulhar no sono, contemplando as estrelas, sentindo a friagem limpa daquele ar de planalto, o pistoleiro pensou que aquilo era o mais próximo que havia chegado da alegria em muitos e muitos anos.

Dormiu. E sonhou.

 

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Era a Torre. A Torre Negra.