A Torre Negra, Vol. 2: A Escolha dos Três

Stephen King · Capítulo 37 de 274

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A Torre Negra, Vol. 2: A Escolha dos Três

parte naquele mundo), e olhou através da…

parte naquele mundo), e olhou através da porta. Viu seu corpo, caído como antes, agora com um filete de sangue escorrendo de um corte no

rosto — uma pedra devia ter feito aquilo quando ele saiu do corpo e sim-plesmente deixou-o cair.

A cápsula que ele tentara levar junto com a moeda estava embaixo da

porta, na areia.

Bom, muita coisa fora respondida. O prisioneiro podia Passar pela

Alfândega. Os guardas encarregados do controle poderiam revirá-lo da cabeça aos pés, do rabo à barriga, quantas vezes quisessem.

Não encontrariam nada.

O pistoleiro se recostou, satisfeito, sem saber, pelo menos por en-

quanto, que ainda não apreendera toda a extensão de seu problema.

 

O 727 foi descendo lenta e suavemente sobre as manchas de areia de Long

Island, deixando atrás de si rastros cinzentos do combustível gasto. O trem de pouso desceu com um zumbido e um baque.

 

7

 

O 3A, o homem dos olhos de dois tons, se endireitou na poltrona e Jane viu

— realmente viu — uma Uzi de cano reto em suas mãos antes de perceber que era apenas a ficha de declaração de bagagem e uma pequena bolsa de fecho ecler do tipo que, às vezes, os homens usam para levar os passaportes.

O avião desceu como seda.

Sem conseguir controlar um profundo estremecimento nervoso, ela

apertou a tampa vermelha da garrafa térmica.

— Pode me chamar de babaca — disse em voz baixa para Susy, pas

sando, agora que era tarde demais, os cintos sobre o peito. Durante a entra da na reta final, contara a Susy do que suspeitava. — Você tem todo direito.

— Não — disse Susy. — Você fez a coisa certa.

— Eu tive uma reação exagerada. Mas continuo achando ele suspeito. — E com certeza ele é. E não olhe para ele. Olhe para mim. Sorria,

Jane.