Os Miseráveis

Victor Hugo · Apêndice

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Os Miseráveis

Índice

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Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por

dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível.

Victor Hugo

OS MISERÁVEIS

Título original: Les Misérables (1862)

Tradução: Francisco Ferreira da Silva Vieira (1851-1888)

© Centaur Editions 2013

centaur.editions@gmail.com

ÍNDICE

PRIMEIRA PARTE — FANTINE

LIVRO PRIMEIRO — UM JUSTO

I — O abade Myriel

II — O abade Myriel torna-se Monsenhor Bemvindo

III — A bom bispo, mau bispado

IV — As palavras semelhantes às obras

V — Como Monsenhor Bemvindo poupava as suas batinas

VI — Quem guardava a casa do prelado

VII — Gravatte, o salteador

VIII — Filosofia de sobremesa

IX — O carácter do irmão descrito pela irmã

X — O bispo em presença de uma luz desconhecida

XI — Restrição

XII — Solidão de Monsenhor Bemvindo

XIII — Quais eram as crenças do bispo

XIV — O modo de pensar de Monsenhor Bemvindo

LIVRO SEGUNDO — A QUEDA

I — No fim de um dia de marcha

II — A prudência aconselha a sabedoria

III — Heroísmo da obediência passiva

IV — Pormenores sobre as queijeiras de Pontarlier

V — Tranquilidade

VI — Jean Valjean

VII — O interior do desespero

VIII — A onda e a sombra

IX — Novos agravos

X — O hóspede acordado

XI — O que ele faz

XII — O bispo trabalha

XIII — O pequeno Gervásio

LIVRO TERCEIRO — EM 1817

I — O ano de 1817

II — Quatro pares

III — A quatro e quatro

IV — A alegria de Tholomyés é tão grande que até canta uma

canção espanhola

V — Em casa de Bombarda

VI — Capítulo consagrado ao amor

VII — Prudência de Tholomyés

VIII — Morte dum cavalo

IX — Alegre fim de festa

LIVRO QUARTO — CONFIAR É POR VEZES ABANDONAR

I — Encontro de duas mães

II — Primeiro esboço de duas figuras suspeitas

III — A Cotovia

LIVRO QUINTO — A DESCIDA

I — História de um melhoramento no fabrico dos vidrilhos pretos

II — Madelaine

III — Somas depositadas na casa Laffite

IV — O senhor Madelaine de luto

V — Vários clarões no horizonte

VI —Fauchelevent

VII — Fauchelevent torna-se jardineiro em Paris

VIII — A senhora Victurnien dispende trinta e cinco francos em favor

da moral

IX — Bom êxito da senhora Victurnien

X — Continuação do bom êxito

XI — Christus nos Liberavit

XII — A ociosidade do senhor Barmatabois

XIII — Solução de algumas questões de polícia municipal

LIVRO SEXTO — JAVERT

I — Princípio de repouso

II — Como Jean se pode tornar Champ

LIVRO SÉTIMO — O PROCESSO DE CHAMPMATHIEU

I — A Irmã Simplícia

II — Perspicácia de mestre Scaufflaire

III — Tempestade num crânio

IV — Formas de sofrimento durante o sono

V — Concerto nas rodas

VI — A irmã Simplícia em provação

VII — Depois de chegar ao seu destino, o viajante predispõe-se

para tornar a partir

VIII — Entrada de favor

IX — Um lugar onde se vão formar convicções

X — O sistema da negativa

XI — Champmathieu cada vez mais admirado

LIVRO OITAVO — DESFORRA

I — Em que espelho Madelaine contempla os cabelos

II — Fantine feliz

III — Javert satisfeito

IV — A autoridade readquire os seus direitos

V — Sepultura apropriada

SEGUNDA PARTE — COSETTE

LIVRO PRIMEIRO — WATERLOO

I — O que encontra quem vem de Wivelíes

II — Hougomont

III — O 18 de Julho de 1815

IV — A

V — «O quid obscurum» das batalhas

VI — Quatro horas da tarde

VII — Napoleão de bom humor

VIII — O imperador faz uma pergunta ao guia Lacoste

IX — O imprevisto

X — A planura do Mont-Saint-Jean

XI — Mau guia para Napoleão, bom guia para Bulow

XII — A guarda

XIII — A catástrofe

XIV — O último quadrado

XV — Cambronne

XVI — Quot libras in duce?

XVII — Deve achar-se que Waterloo foi bom?

XVIII — Recrudescência do direito divino

XIX — O campo de batalha durante a noite

LIVRO SEGUNDO — A NAU «ORION»

I — O número 24.601 torna-se o 9.430

II — Onde se lêem dois versos cujo autor é talvez o diabo

III — De como era preciso que a grilheta tivesse passado por

alguma operação preparatória para assim se

quebrar com uma só martelada

LIVRO TERCEIRO — CUMPRIMENTO DA PROMESSA FEITA À

MORIBUNDA

I — A falta de água em Montfermeil

II — Dois retratos completos

III — Vinho para os homens e água para os cavalos

IV — Entra em cena uma boneca

V — A pequena sozinha

VI — O que prova talvez a inteligência de Boulatruelle

VII — Cosette no meio da escuridão ao lado dum desconhecido

VIII — Desgosto de recolher em casa um pobre que é talvez rico

IX — Thenardier em exercício

X — Quem procura o melhor, às vezes encontra o pior

XI — Reaparece o número 9.430 e como Cosette o ganha na lotaria

LIVRO QUARTO — O CASEBRE DE GORBEAU

I — Mestre Gorbeau

II — Ninho de um mocho e de uma cotovia

III — Duas desgraças juntas fazem uma ventura

IV — No que repara a principal inquilina

V — Barulho que faz uma moeda de cinco francos caindo no chão

LIVRO QUINTO — PARA CAÇADA TENEBROSA MATILHA

SILENCIOSA

I — Ziguezagues estratégicos

II — É uma felicidade passarem veículos pela ponte de Austerlitz

III — Veja-se a planta de Paris em 1827

IV — Evasão às apalpadelas

V — O que seria impossível com a iluminação a gás

VI — Princípio de um enigma

VII — Continuação do enigma

VIII — Complica-se o enigma

IX — O homem do guizo

X — Onde se explica como Javert bateu o monte e não encontrou

caça

LIVRO SEXTO — O PETIT PICPUS

I — Rua Picpus, número 62

II — A obediência de Martin Verga

III — Severidades

IV — Alegrias

V — Distracções

VI — O pequeno convento

VII — Vários contornos desta sombra

VIII — Post corda lapides

IX — Um século sob um hábito

X — Origem de adoração perpétua

XI — O fim do Petit-Picpus

LIVRO SÉTIMO — PARÊNTESIS

I — O convento considerado como ideia abstracta

II — O convento considerado como facto histórico

III — Sob que condição se pode respeitar o passado

IV — O convento à luz dos princípios

V — A oração

VI — Bondade absoluta da oração

VII — Precauções que devem adoptar-se na censura

VIII — Fé a lei

LIVRO OITAVO — OS CEMITÉRIOS ACEITAM O QUE LHES DÃO

I — Onde se trata do modo de entrar no convento

II — Fauchelevent na presença da dificuldade

III — Madre Inocência

IV — Onde Jean Valjean faz acreditar que leu Austin Castillejo

V — Não basta a embriaguez para se ser imortal

VI — Entre quatro tábuas

VII — Onde se encontra a origem da frase: «não perder a carta»

VIII — Interrogatório bem sucedido

IX — Clausura

TERCEIRA PARTE — MÁRIO

LIVRO PRIMEIRO — PARIS ESTUDADO NA SUA MAIS TÉNUE

PARCELA

I — Parvulus

II — Alguns dos seus sinais particulares

III — Como é agradável

IV — Como pode ser útil

V — As suas fronteiras

VI — Fragmento de história

VII — O gaiato podia ocupar um lugar nas classificações da Índia

VIII — Onde se narra um dito galante do último rei

IX — A velha alma da Gália

X — Ecce Paris, ecce homo

XI — Escarnecer, reinar

XII — O futuro latente no povo

XIII — Gavroche

LIVRO SEGUNDO — O VELHO BURGUÊS

I — Noventa anos e trinta e dois dentes

II — Tal dono, tal casa

III — Lucas Espírito

IV — Aspirante centenário

V — Biscainho e Nicolette

VI — Onde se entrevê a Magnon e os seus dois pequenos

VII — Regra: Não receber ninguém senão à noite

VIII — Nem sempre dois fazem um par

LIVRO TERCEIRO — O AVÔ E O NETO

I — Um antigo salão

II — Um dos espectros vermelhos daquele tempo

III — Requiescat

IV — Fim do salteador

V — Utilidade de ouvir missa para vir a ser-se revolucionário

VI — Quanto vale ter encontrado um sacristão

VII — História de saias

VIII — Mármore contra granito

LIVRO QUARTO — OS AMIGOS DO ABC

I — Um grupo que esteve quase a tornar-se histórico

II — Oração fúnebre de Blondeau, por Bossuet

III — Surpresas de Mário

IV — A sala interior do café Musain

V — Amplia-se o horizonte

VI — Rés Augusta

LIVRO QUINTO — EXCELÊNCIA DO INFORTÚNIO

I — Mário indigente

II — Mário pobre

III — Mário engrandecido

IV — O senhor Mabeuf

V — Pobreza, boa vizinha da miséria

VI — O substituto

LIVRO SEXTO — CONJUNÇÃO DE DUAS ESTRELAS

I — A alcunha: modos de formar nomes de família

II — Lux facta est

III — Efeitos da Primavera

IV — Princípio de uma grave doença

V — Caem vários raios sobre «Mame» Bougon

VI — Mário prisioneiro

VII — Aventuras da letra U entregue a conjecturas

VIII — Até os próprios inválidos podem ser felizes

IX — Eclipsa

LIVRO SÉTIMO — PATRON-MINETTE

I — As minas e os mineiros

II — O «Bas-fond»

III — Babet, Gueulemer, Claquesous e Montparnasse

IV — Composição da quadrilha

LIVRO OITAVO — O MAU POBRE

I — Mário procura uma mulher de chapéu e encontra um homem de

boné

II — Achado

III — Quadrifrons

IV — Uma rosa na miséria

V — O Judas da providência

VI — O homem bravio no seu covil

VII — Estratégia e táctica

VIII — Um raio de luz nas trevas

IX — Jondrette quase que chora

X — Tarifa dos cabrioles de aluguer: dois francos por hora

XI — A miséria oferece-se para obsequiar a dor

XII — Em que foi empregada a moeda de cinco francos do senhor

Leblanc

XIII — Solus cum solo, in loco remoto, non cogitabuntur orare pater

noster

XIV — Onde um agente da polícia dá duas pistolas de algibeira a

um advogado

XV — Jondrette efectua a compra de que falava

XVI — Onde se tornará a ouvir uma canção inglesa, que era moda

em 1832

XVII — Emprego da moeda de cinco francos de Mário

XVIII — As duas cadeiras de Mário em frente uma da outra

XIX — Preocupações por causa de certos mistérios

XX — A cilada

XXI — De como deveria começar-se sempre por prender as vítimas

XXII — O pequeno que gritava na segunda parte

QUARTA PARTE — IDÍLIO NA RUA PLUMET E EPOPEIA NA

RUA DE S. DINIZ

LIVRO PRIMEIRO — ALGUMAS PÁGINAS DE HISTÓRIA

I — Bem talhado

II — Mal cozido

III — Luís Filipe

IV — Fendas nos alicerces

V — Factos que dão origem à história e que a história ignora

VI — Enjolras e os seus ajudantes

LIVRO SEGUNDO — EPONINA

I — O campo da Cotovia

II — Formação embrionária dos crimes na incubação das prisões

III — Aparição ao tio Mabeuf

IV — Aparição a Mário

LIVRO TERCEIRO — A CASA DA RUA PLUMET

I — A casa misteriosa

II — Jean Valjean guarda nacional

III — «Foliis ac frondibus»

IV — Mudança de grade

V — A rosa descobre que é uma máquina de guerra

VI — Princípio da batalha

VII — Para tristeza, tristeza e meia

VIII — A cadeia

LIVRO QUARTO — O SOCORRO HUMANO PODE TORNAR-SE

SOCORRO DO CÉU

I — Ferido por fora, restabelecido por dentro

II — A tia Plutarco não sente dúvida em explicar um fenómeno

LIVRO QUINTO — O FIM NÃO CONDIZ COM O PRINCÍPIO

I — Atracção entre a solidão e o quartel

II — Sustos de Cosette

III — Auxílio dos comentários de Toussaint

IV — Um coração debaixo duma pedra

V — Cosette depois da carta

VI — Os velhos nasceram para sair de casa em ocasiões oportunas

LIVRO SEXTO — O PEQUENO GAVROCHE

I — Travessura do vento

II — Onde o pequeno Gavroche tira proveito de Napoleão, o Grande

III — As peripécias da evasão

LIVRO SÉTIMO — O CALÃO

I — Origem

II — Raízes

III — Calão que chora e calão que ri

IV — Os dois deveres: velar e esperar

LIVRO OITAVO — ENCANTOS E AMARGURAS

I — Luz plena

II — Atordoamento da felicidade completa

III — Princípio de sombra

IV — Um cão de improviso

V — Coisas da noite

VI — Mário torna-se positivo, a ponto de dizer a Cosette onde mora

VII — Um coração jovem em presença de um coração velho

LIVRO NONO — QUE DESTINO É O SEU?

I — Jean Valjean

II — Mário

III — O senhor Mabeuf

LIVRO DÉCIMO — O DIA 5 DE JUNHO DE 1832

I — A superfície da questão

II — O âmago da questão

III — Um enterro: ocasião de renascer

IV — As efervescências de outrora

V — Originalidade de Paris

LIVRO DÉCIMO PRIMEIRO — O ÁTOMO CONFRATERNIZANDO

COM O FURACÃO

I — Alguns esclarecimentos sobre a origem da poesia de Gavroche.

Influência de um académico sobre essa

poesia

II — Gavroche em marcha

III — Justa indignação de um cabeleireiro

IV — A criança admirada do velho

V — O velho

VI — Recrutas

LIVRO DÉCIMO SEGUNDO — CORINTO

I — História de Corinto desde a sua fundação

II — Alegrias preliminares

III — Em que Grantaire principia a escurecer

IV — Tentativa de consolação à viúva Hucheloup

V — Preparativos

VII — O homem recrutado na rua dos Billetes

VIII — Muitos pontos de interrogação a respeito de um certo Le

Cabuc, que não se chamava talvez assim

LIVRO DÉCIMO TERCEIRO — MÁRIO ENTRA NA SOMBRA

I — Da rua Plumet ao bairro de S. Diniz

II — Paris de noite

III — Últimas extremidades

LIVRO DÉCIMO QUARTO — A GRANDEZA DO DESESPERO

I — A bandeira vermelha arriada

II — A bandeira vermelha novamente hasteada

III — De como Gavroche teria feito melhor aceitando a carabina de

Enjolras

IV — O barril de pólvora

V — Fim dos versos de Jean Prouvaire

VI — A agonia da morte após a agonia da vida

VII — Gavroche profundo calculista de distâncias

LIVRO DÉCIMO QUINTO — A RUA DO HOMEM AMADO

I — Indiscrição de um espelho

II — O gaiato inimigo das luzes

III — Enquanto Cosette e Toussaint dormiam

IV — Excesso de zelo de Gavroche

QUINTA PARTE — JEAN VALJEAN

LIVRO PRIMEIRO — A GUERRA ENTRE QUATRO PAREDES

I — O Charybdes do arrabalde de Santo António e o Scylla do

arrabalde do Templo

II — Que se há-de fazer no abismo senão conversar?

III — Luz e sombra

IV — Cinco de menos, um de mais

V — O horizonte que se avista do alto de uma barricada

VI — Mário desvairado, Javert, lacónico

VII — Agrava-se a situação

VIII — Os artilheiros fazem-se tomar a sério

IX — Emprego da habilidade de caçador furtivo e daquela pontaria

certeira que influi na sentença de 1796

X — Aurora

XI — Pontaria certeira que não mata ninguém

XII — A desordem partidária da ordem

XIII — Clarões efémeros

XIV — Onde se terá ocasião de saber o nome da amante de

Enjolras

XV — Gavroche fora da barricada

XVI — De como o irmão se torna pai

XVII — «Mortuus pater filium moritorum expectat»

XVIII — O abutre convertido em presa

XIX — Vingança de Jean Valjean

XX — Os mortos têm razão e os vivos também

XXI — Os heróis

XXII — Palmo a palmo

XXIII — Orestes em jejum e Pílades embriagado

XXIV — Prisioneiro

LIVRO SEGUNDO — O INTESTINO DE LEVIATHAN

I — A terra empobrecida pelo mar

II — História antiga dos canos

III — Bruneseau

IV — Pormenores ignorados

V — Progresso actual

VI — Progresso futuro

LIVRO TERCEIRO — A LAMA, MAS TAMBÉM A ALMA

I — A cloaca e as suas maravilhas

II — Explicação

III — O homem perseguido

IV — Também ele carrega com a sua cruz

V — Existe na areia como na mulher certa finura pérfida

VI — O sorvedouro

VII — Às vezes naufraga-se onde se julga desembarcar

VIII — A aba do casaco rasgada

IX — Onde Mário passa por morto aos olhos de quem não é fácil de

enganar

X — Regresso do filho pródigo

XI — Abalo no absoluto

XII — O avô

LIVRO QUARTO — JAVERT DESVAIRADO

I — Reflexões de Javert

LIVRO QUINTO — O AVÔ E O NETO

I — Onde se torna a ver a árvore da chapa de zinco

II — Onde Mário após a guerra civil, se prepara para a guerra

doméstica

III — Mário ataca

IV — Onde Mademoiselle Gillenormand achou que os embrulhos de

Fauchelevent nada tinham de

inconvenientes

V — Como uma floresta pode ser mais segura depositária de

dinheiro do que um tabelião

VI — Como os dois velhos, cada um a seu modo, empregam toda a

sua diligência em tornar Cosette feliz

VII — Efeitos de sonho no meio da ventura

VIII — Dois homens impossíveis de descobrir

LIVRO SEXTO — A NOITE FOI PASSADA EM CLARO

I — O dia 16 de Fevereiro de 1833

II — Jean Valjean continua de braço ao peito

III — A inseparável

IV — Combate sem fim

LIVRO SÉTIMO — A DERRADEIRA GOTA DO CÁLICE

I — O sétimo círculo e o oitavo céu

II — Escuridão que pode encerrar uma revelação

LIVRO OITAVO — O DECRESCIMENTO CREPUSCULAR

I — A sala de baixo