Os Miseráveis

Victor Hugo · Apêndice

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Os Miseráveis

Notas

Dorme. Viveu na terra em luta contra a sorte

Mal seu anjo voou, pediu refúgio à morte

O caso aconteceu por essa lei sombria

Que faz que a noite chegue, apenas foge o dia!

NOTAS

1 — Faça favor de se compor antes de sair.

2 — «Liège» significa cortiça.

3 — «Peau» significa pele.

4 — Este parêntesis é do próprio punho de Jean Valjean.

5 — Formigas brancas.

6 — Assim chamavam aos antigos grilhetas.

7 — «Pibroch» é o canto guerreiro dos escoceses, mas a palavra é aqui empregada pelo autor, indicando o fole do instrumento.

8 — «Uma batalha terminada uma jornada concluída, reparação de medidas mal tomadas a certeza do melhor bom êxito no dia seguinte tudo se perdeu por um momento de terror pânico.» («Napoleon», Dictees de Saint-Helene) 9 — Três erguidos madeiros se levantam,

Do que pendem três corpos, e diferentes

São os motivos. Num, que ao lado fica,

É Dismas, noutro Gesmas, e no meio De ambos, jaz a divina potestade.

Busca Dismas salvar-se; infeliz, Gesmas,

Contra o céu blasfemando, irado ruge.

Deus o que é nosso e a nós p’ra sempre guarde.

Estes versos repete, e preservado

De ladrões, viverás seguramente.

10 — Hospital de doidos.

11 — Calemburgo intraduzível, como quase todos. «Cinq louis» pronuncia-se do mesmo modo que Saint Louis: eis o equívoco .

12 — Asas em francês ( ailles) tem o mesmo som que a letra L.

13 — Grantaire tem a mesma pronuncia que «Grander, ou «Regrand»; origem e explicação da assinatura.

14 — Aprendiz de pintor.

15 — Mulher.

16 — Já uma vez indicámos a gaguez de Toussaint; seja-nos lícito, portanto, não a tornar a acentuar. Repugna-nos fazer a notação musical de um defeito.

17 — Esgrimir com a polícia.

18 — Beleguins, espiões da polícia.

19 — Que bela noite para uma evasão.

20 — Vamo-nos embora! O que estamos aqui a fazer?

21 — A chuva parece querer apagar o fogo do diabo. Não tarda que passe a gente da polícia e o soldado que ali está de sentinela? Vamos fazer com que nos prendam aqui.

22 — O que estás para aí a dizer! O estalajadeiro não pôde evadir-se. Não sabe nada do o cio. Para fazer em ras a camisa e rasgar os lençóis da cama para ter uma corda, para fazer buracos nas portas, para fazer chaves falsas, cortar os ferros, deitar para fora a corda, ocultar-se e disfarçar-se, é preciso ser esperto! O velho não pôde fugir, não sabe trabalhar!

23 — O teu estalajadeiro deixou-se prender na fuga! É preciso ser esperto e desembaraçado. Deixou-se iludir por algum espião, ou por as boas palavras de algum denunciante! Escuta, Montparnasse, ouves gritos na prisão? Vistes os archotes? Pois foi apanhado. Ficará quite com os seus vinte anos! Eu não tenho medo, não sou poltrão, todos o sabem, mas já aqui não há que fazer, e se não nos safarmos, pode a coisa sair-nos mal. Não te zangues, vamos todos beber uma garrafa de tinto velho.

24 — Afirmo-te que o estalajadeiro a estas horas está preso, não vale um soldo! Já não vemos aqui nada; vamo-nos embora. Está sempre e parece-me que vejo um polícia pronto a deitar-me a mão!

25 — Uma corda (calão do Templo).

26 — A minha corda! (calão das barreiras).

27 — Um homem.

28 — Um rapaz (calão do Templo).

29 — Um rapaz (calão das barreiras).

30 — Como o tal rapazinho tem a língua comprida!

31 — O rapazinho parisiense não é feito de palha molhada.

32 — Com esta corda.

33 — E que amarres a corda.

34 — No alto do muro.

35 — No varão da janela.

36 — Filha.

37 — Roubar.

38 — A rapariga não é parva.

39 — O último dia de um condenado.

40 — Patear a peça.

41 — Achareis nessas bisbilhotices uma quantidade de razões para que eu me liberte.

42 — Frecheiro. Cupido.

43 — Não compreendemos como Deus, o pai dos homens, pode atormentar os seus filhos e os seus netos e ouvi-los, gemer, sem se sentir atormentado.

44 — Comer.

45 — «Par r um vidro» por meio dum emplastro de massa, que apoiado no vidro, lhe segura os fragmentos e evita o ruído.

46 — Não rangerá com a serra.

47 — Cortar.

48 — Trabalhar aqui.

49 — Navalha.

50 — Luíses, escudos ou soldos.

51 — Pantin, Paris.

52 — Em linguagem popular: erro, descuido, falta de habilidade.

53 — O casamento em dia de entrudo não terá filhos ingratos.

54 — Piar sagrado: beber vinho.

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ÍNDICE

PRIMEIRA PARTE — FANTINE

LIVRO PRIMEIRO — UM JUSTO

I — O abade Myriel

II — O abade Myriel torna-se Monsenhor Bemvindo

III — A bom bispo, mau bispado

IV — As palavras semelhantes às obras

V — Como Monsenhor Bemvindo poupava as suas batinas

VI — Quem guardava a casa do prelado

VII — Gravatte, o salteador

VIII — Filosofia de sobremesa

IX — O carácter do irmão descrito pela irmã

X — O bispo em presença de uma luz desconhecida

XI — Restrição

XII — Solidão de Monsenhor Bemvindo

XIII — Quais eram as crenças do bispo

XIV — O modo de pensar de Monsenhor Bemvindo

LIVRO SEGUNDO — A QUEDA

I — No fim de um dia de marcha

II — A prudência aconselha a sabedoria

III — Heroísmo da obediência passiva

IV — Pormenores sobre as queijeiras de Pontarlier

V — Tranquilidade

VI — Jean Valjean

VII — O interior do desespero

VIII — A onda e a sombra

IX — Novos agravos

X — O hóspede acordado

XI — O que ele faz

XII — O bispo trabalha

XIII — O pequeno Gervásio

LIVRO TERCEIRO — EM 1817

I — O ano de 1817

II — Quatro pares

III — A quatro e quatro

IV — A alegria de Tholomyés é tão grande que até canta uma

canção espanhola

V — Em casa de Bombarda

VI — Capítulo consagrado ao amor

VII — Prudência de Tholomyés

VIII — Morte dum cavalo

IX — Alegre fim de festa

LIVRO QUARTO — CONFIAR É POR VEZES ABANDONAR

I — Encontro de duas mães

II — Primeiro esboço de duas figuras suspeitas

III — A Cotovia

LIVRO QUINTO — A DESCIDA

I — História de um melhoramento no fabrico dos vidrilhos pretos

II — Madelaine

III — Somas depositadas na casa Laffite

IV — O senhor Madelaine de luto

V — Vários clarões no horizonte

VI —Fauchelevent

VII — Fauchelevent torna-se jardineiro em Paris

VIII — A senhora Victurnien dispende trinta e cinco francos em

favor da moral

IX — Bom êxito da senhora Victurnien

X — Continuação do bom êxito

XI — Christus nos Liberavit

XII — A ociosidade do senhor Barmatabois

XIII — Solução de algumas questões de polícia municipal

LIVRO SEXTO — JAVERT

I — Princípio de repouso

II — Como Jean se pode tornar Champ

LIVRO SÉTIMO — O PROCESSO DE CHAMPMATHIEU

I — A Irmã Simplícia

II — Perspicácia de mestre Scaufflaire

III — Tempestade num crânio

IV — Formas de sofrimento durante o sono

V — Concerto nas rodas

VI — A irmã Simplícia em provação

VII — Depois de chegar ao seu destino, o viajante predispõe-se

para tornar a partir

VIII — Entrada de favor

IX — Um lugar onde se vão formar convicções

X — O sistema da negativa

XI — Champmathieu cada vez mais admirado

LIVRO OITAVO — DESFORRA

I — Em que espelho Madelaine contempla os cabelos

II — Fantine feliz

III — Javert satisfeito

IV — A autoridade readquire os seus direitos

V — Sepultura apropriada

SEGUNDA PARTE — COSETTE

LIVRO PRIMEIRO — WATERLOO

I — O que encontra quem vem de Wivelíes

II — Hougomont

III — O 18 de Julho de 1815

IV — A

V — «O quid obscurum» das batalhas

VI — Quatro horas da tarde

VII — Napoleão de bom humor

VIII — O imperador faz uma pergunta ao guia Lacoste

IX — O imprevisto

X — A planura do Mont-Saint-Jean

XI — Mau guia para Napoleão, bom guia para Bulow

XII — A guarda

XIII — A catástrofe

XIV — O último quadrado

XV — Cambronne

XVI — Quot libras in duce?

XVII — Deve achar-se que Waterloo foi bom?

XVIII — Recrudescência do direito divino

XIX — O campo de batalha durante a noite

LIVRO SEGUNDO — A NAU «ORION»

I — O número 24.601 torna-se o 9.430

II — Onde se lêem dois versos cujo autor é talvez o diabo

III — De como era preciso que a grilheta tivesse passado por

alguma operação preparatória para assim se quebrar com uma

só martelada

LIVRO TERCEIRO — CUMPRIMENTO DA PROMESSA FEITA

À MORIBUNDA

I — A falta de água em Montfermeil

II — Dois retratos completos

III — Vinho para os homens e água para os cavalos

IV — Entra em cena uma boneca

V — A pequena sozinha

VI — O que prova talvez a inteligência de Boulatruelle

VII — Cosette no meio da escuridão ao lado dum desconhecido

VIII — Desgosto de recolher em casa um pobre que é talvez

rico

IX — Thenardier em exercício

X — Quem procura o melhor, às vezes encontra o pior

XI — Reaparece o número 9.430 e como Cosette o ganha na

lotaria

LIVRO QUARTO — O CASEBRE DE GORBEAU

I — Mestre Gorbeau

II — Ninho de um mocho e de uma cotovia

III — Duas desgraças juntas fazem uma ventura

IV — No que repara a principal inquilina

V — Barulho que faz uma moeda de cinco francos caindo no

chão

LIVRO QUINTO — PARA CAÇADA TENEBROSA MATILHA

SILENCIOSA

I — Ziguezagues estratégicos

II — É uma felicidade passarem veículos pela ponte de

Austerlitz

III — Veja-se a planta de Paris em 1827

IV — Evasão às apalpadelas

V — O que seria impossível com a iluminação a gás

VI — Princípio de um enigma

VII — Continuação do enigma

VIII — Complica-se o enigma

IX — O homem do guizo

X — Onde se explica como Javert bateu o monte e não

encontrou caça

LIVRO SEXTO — O PETIT PICPUS

I — Rua Picpus, número 62

II — A obediência de Martin Verga

III — Severidades

IV — Alegrias

V — Distracções

VI — O pequeno convento

VII — Vários contornos desta sombra

VIII — Post corda lapides

IX — Um século sob um hábito

X — Origem de adoração perpétua

XI — O fim do Petit-Picpus

LIVRO SÉTIMO — PARÊNTESIS

I — O convento considerado como ideia abstracta

II — O convento considerado como facto histórico

III — Sob que condição se pode respeitar o passado

IV — O convento à luz dos princípios

V — A oração

VI — Bondade absoluta da oração

VII — Precauções que devem adoptar-se na censura

VIII — Fé a lei

LIVRO OITAVO — OS CEMITÉRIOS ACEITAM O QUE LHES

DÃO

I — Onde se trata do modo de entrar no convento

II — Fauchelevent na presença da dificuldade

III — Madre Inocência

IV — Onde Jean Valjean faz acreditar que leu Austin Castillejo

V — Não basta a embriaguez para se ser imortal

VI — Entre quatro tábuas

VII — Onde se encontra a origem da frase: «não perder a

carta»

VIII — Interrogatório bem sucedido

IX — Clausura

TERCEIRA PARTE — MÁRIO

LIVRO PRIMEIRO — PARIS ESTUDADO NA SUA MAIS

TÉNUE PARCELA

I — Parvulus

II — Alguns dos seus sinais particulares

III — Como é agradável

IV — Como pode ser útil

V — As suas fronteiras

VI — Fragmento de história

VII — O gaiato podia ocupar um lugar nas classificações da

Índia

VIII — Onde se narra um dito galante do último rei

IX — A velha alma da Gália

X — Ecce Paris, ecce homo

XI — Escarnecer, reinar

XII — O futuro latente no povo

XIII — Gavroche

LIVRO SEGUNDO — O VELHO BURGUÊS

I — Noventa anos e trinta e dois dentes

II — Tal dono, tal casa

III — Lucas Espírito

IV — Aspirante centenário

V — Biscainho e Nicolette

VI — Onde se entrevê a Magnon e os seus dois pequenos

VII — Regra: Não receber ninguém senão à noite

VIII — Nem sempre dois fazem um par

LIVRO TERCEIRO — O AVÔ E O NETO

I — Um antigo salão

II — Um dos espectros vermelhos daquele tempo

III — Requiescat

IV — Fim do salteador

V — Utilidade de ouvir missa para vir a ser-se revolucionário

VI — Quanto vale ter encontrado um sacristão

VII — História de saias

VIII — Mármore contra granito

LIVRO QUARTO — OS AMIGOS DO ABC

I — Um grupo que esteve quase a tornar-se histórico

II — Oração fúnebre de Blondeau, por Bossuet

III — Surpresas de Mário

IV — A sala interior do café Musain

V — Amplia-se o horizonte

VI — Rés Augusta

LIVRO QUINTO — EXCELÊNCIA DO INFORTÚNIO

I — Mário indigente

II — Mário pobre

III — Mário engrandecido

IV — O senhor Mabeuf

V — Pobreza, boa vizinha da miséria

VI — O substituto

LIVRO SEXTO — CONJUNÇÃO DE DUAS ESTRELAS

I — A alcunha: modos de formar nomes de família

II — Lux facta est

III — Efeitos da Primavera

IV — Princípio de uma grave doença

V — Caem vários raios sobre «Mame» Bougon

VI — Mário prisioneiro

VII — Aventuras da letra U entregue a conjecturas

VIII — Até os próprios inválidos podem ser felizes

IX — Eclipsa

LIVRO SÉTIMO — PATRON-MINETTE

I — As minas e os mineiros

II — O «Bas-fond»

III — Babet, Gueulemer, Claquesous e Montparnasse

IV — Composição da quadrilha

LIVRO OITAVO — O MAU POBRE

I — Mário procura uma mulher de chapéu e encontra um

homem de boné

II — Achado

III — Quadrifrons

IV — Uma rosa na miséria

V — O Judas da providência

VI — O homem bravio no seu covil

VII — Estratégia e táctica

VIII — Um raio de luz nas trevas

IX — Jondrette quase que chora

X — Tarifa dos cabrioles de aluguer: dois francos por hora

XI — A miséria oferece-se para obsequiar a dor

XII — Em que foi empregada a moeda de cinco francos do

senhor Leblanc

XIII — Solus cum solo, in loco remoto, non cogitabuntur orare

pater noster

XIV — Onde um agente da polícia dá duas pistolas de algibeira

a um advogado

XV — Jondrette efectua a compra de que falava

XVI — Onde se tornará a ouvir uma canção inglesa, que era

moda em 1832

XVII — Emprego da moeda de cinco francos de Mário

XVIII — As duas cadeiras de Mário em frente uma da outra

XIX — Preocupações por causa de certos mistérios

XX — A cilada

XXI — De como deveria começar-se sempre por prender as

vítimas

XXII — O pequeno que gritava na segunda parte

QUARTA PARTE — IDÍLIO NA RUA PLUMET E EPOPEIA NA

RUA DE S. DINIZ

LIVRO PRIMEIRO — ALGUMAS PÁGINAS DE HISTÓRIA

I — Bem talhado

II — Mal cozido

III — Luís Filipe

IV — Fendas nos alicerces

V — Factos que dão origem à história e que a história ignora

VI — Enjolras e os seus ajudantes

LIVRO SEGUNDO — EPONINA

I — O campo da Cotovia

II — Formação embrionária dos crimes na incubação das

prisões

III — Aparição ao tio Mabeuf

IV — Aparição a Mário

LIVRO TERCEIRO — A CASA DA RUA PLUMET

I — A casa misteriosa

II — Jean Valjean guarda nacional

III — «Foliis ac frondibus»

IV — Mudança de grade

V — A rosa descobre que é uma máquina de guerra

VI — Princípio da batalha

VII — Para tristeza, tristeza e meia

VIII — A cadeia

LIVRO QUARTO — O SOCORRO HUMANO PODE TORNAR-

SE SOCORRO DO CÉU

I — Ferido por fora, restabelecido por dentro

II — A tia Plutarco não sente dúvida em explicar um fenómeno

LIVRO QUINTO — O FIM NÃO CONDIZ COM O PRINCÍPIO

I — Atracção entre a solidão e o quartel

II — Sustos de Cosette

III — Auxílio dos comentários de Toussaint

IV — Um coração debaixo duma pedra

V — Cosette depois da carta

VI — Os velhos nasceram para sair de casa em ocasiões

oportunas

LIVRO SEXTO — O PEQUENO GAVROCHE

I — Travessura do vento

II — Onde o pequeno Gavroche tira proveito de Napoleão, o

Grande

III — As peripécias da evasão

LIVRO SÉTIMO — O CALÃO

I — Origem

II — Raízes

III — Calão que chora e calão que ri

IV — Os dois deveres: velar e esperar

LIVRO OITAVO — ENCANTOS E AMARGURAS

I — Luz plena

II — Atordoamento da felicidade completa

III — Princípio de sombra

IV — Um cão de improviso

V — Coisas da noite

VI — Mário torna-se positivo, a ponto de dizer a Cosette onde

mora

VII — Um coração jovem em presença de um coração velho

LIVRO NONO — QUE DESTINO É O SEU?

I — Jean Valjean

II — Mário

III — O senhor Mabeuf

LIVRO DÉCIMO — O DIA 5 DE JUNHO DE 1832

I — A superfície da questão

II — O âmago da questão

III — Um enterro: ocasião de renascer

IV — As efervescências de outrora

V — Originalidade de Paris

LIVRO DÉCIMO PRIMEIRO — O ÁTOMO

CONFRATERNIZANDO COM O FURACÃO

I — Alguns esclarecimentos sobre a origem da poesia de

Gavroche. Influência de um académico sobre essa poesia

II — Gavroche em marcha

III — Justa indignação de um cabeleireiro

IV — A criança admirada do velho

V — O velho

VI — Recrutas

LIVRO DÉCIMO SEGUNDO — CORINTO

I — História de Corinto desde a sua fundação

II — Alegrias preliminares

III — Em que Grantaire principia a escurecer

IV — Tentativa de consolação à viúva Hucheloup

V — Preparativos

VII — O homem recrutado na rua dos Billetes

VIII — Muitos pontos de interrogação a respeito de um certo Le

Cabuc, que não se chamava talvez assim

LIVRO DÉCIMO TERCEIRO — MÁRIO ENTRA NA SOMBRA

I — Da rua Plumet ao bairro de S. Diniz

II — Paris de noite

III — Últimas extremidades

LIVRO DÉCIMO QUARTO — A GRANDEZA DO DESESPERO

I — A bandeira vermelha arriada

II — A bandeira vermelha novamente hasteada

III — De como Gavroche teria feito melhor aceitando a carabina

de Enjolras

IV — O barril de pólvora

V — Fim dos versos de Jean Prouvaire

VI — A agonia da morte após a agonia da vida

VII — Gavroche profundo calculista de distâncias

LIVRO DÉCIMO QUINTO — A RUA DO HOMEM AMADO

I — Indiscrição de um espelho

II — O gaiato inimigo das luzes

III — Enquanto Cosette e Toussaint dormiam

IV — Excesso de zelo de Gavroche

QUINTA PARTE — JEAN VALJEAN

LIVRO PRIMEIRO — A GUERRA ENTRE QUATRO PAREDES

I — O Charybdes do arrabalde de Santo António e o Scylla do

arrabalde do Templo

II — Que se há-de fazer no abismo senão conversar?

III — Luz e sombra

IV — Cinco de menos, um de mais

V — O horizonte que se avista do alto de uma barricada

VI — Mário desvairado, Javert, lacónico

VII — Agrava-se a situação

VIII — Os artilheiros fazem-se tomar a sério

IX — Emprego da habilidade de caçador furtivo e daquela

pontaria certeira que influi na sentença de 1796

X — Aurora

XI — Pontaria certeira que não mata ninguém

XII — A desordem partidária da ordem

XIII — Clarões efémeros

XIV — Onde se terá ocasião de saber o nome da amante de

Enjolras

XV — Gavroche fora da barricada

XVI — De como o irmão se torna pai

XVII — «Mortuus pater filium moritorum expectat»

XVIII — O abutre convertido em presa

XIX — Vingança de Jean Valjean

XX — Os mortos têm razão e os vivos também

XXI — Os heróis

XXII — Palmo a palmo

XXIII — Orestes em jejum e Pílades embriagado

XXIV — Prisioneiro

LIVRO SEGUNDO — O INTESTINO DE LEVIATHAN

I — A terra empobrecida pelo mar

II — História antiga dos canos

III — Bruneseau

IV — Pormenores ignorados

V — Progresso actual

VI — Progresso futuro

LIVRO TERCEIRO — A LAMA, MAS TAMBÉM A ALMA

I — A cloaca e as suas maravilhas

II — Explicação

III — O homem perseguido

IV — Também ele carrega com a sua cruz

V — Existe na areia como na mulher certa finura pérfida

VI — O sorvedouro

VII — Às vezes naufraga-se onde se julga desembarcar

VIII — A aba do casaco rasgada

IX — Onde Mário passa por morto aos olhos de quem não é

fácil de enganar

X — Regresso do filho pródigo

XI — Abalo no absoluto

XII — O avô

LIVRO QUARTO — JAVERT DESVAIRADO

I — Reflexões de Javert

LIVRO QUINTO — O AVÔ E O NETO

I — Onde se torna a ver a árvore da chapa de zinco

II — Onde Mário após a guerra civil, se prepara para a guerra

doméstica

III — Mário ataca

IV — Onde Mademoiselle Gillenormand achou que os

embrulhos de Fauchelevent nada tinham de inconvenientes

V — Como uma floresta pode ser mais segura depositária de

dinheiro do que um tabelião

VI — Como os dois velhos, cada um a seu modo, empregam

toda a sua diligência em tornar Cosette feliz

VII — Efeitos de sonho no meio da ventura

VIII — Dois homens impossíveis de descobrir

LIVRO SEXTO — A NOITE FOI PASSADA EM CLARO

I — O dia 16 de Fevereiro de 1833

II — Jean Valjean continua de braço ao peito

III — A inseparável

IV — Combate sem fim

LIVRO SÉTIMO — A DERRADEIRA GOTA DO CÁLICE

I — O sétimo círculo e o oitavo céu

II — Escuridão que pode encerrar uma revelação

LIVRO OITAVO — O DECRESCIMENTO CREPUSCULAR

I — A sala de baixo

II — Retirada gradual

III — Recordações do jardim da rua Plumet

IV — A atracção e a extinção

LIVRO NONO — NOITE ESCURÍSSIMA, BRILHANTE

AURORA

I — Compaixão para os desgraçados, mas indulgência para os

felizes

II — Derradeiro bruxulear da lâmpada

III — Uma pena pesada para quem levantou o carro de

Fauchelevent

IV — Tinta que, em vez de escurecer, aclara

V — Noite, após a qual sucede o dia

VI — A erva esconde e a chuva apaga

NOTAS