Vogel: Análise Química Quantitativa

J Mendham · Capítulo 10 de 495

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Vogel: Análise Química Quantitativa

1.4 Como selecionar o método

clínicos são totalmente automáticos, do estágio de amostragem à

apresentação dos resultados. Exemplos de controle automático são dados

em várias partes deste texto.

 

1.4 Como selecionar o método

 

Um dos problemas do analista é selecionar uma dentre as várias

possibilidades de análise de uma determinada amostra. Para escolher

melhor, o analista deve conhecer os detalhes práticos das diversas técnicas e

seus princípios teóricos. Ele deve estar familiarizado também com as

condições nas quais cada método é confiável, conhecer as possíveis

interferências que podem atrapalhar e saber resolver quaisquer problemas

que eventualmente ocorram. O analista deve se preocupar com a acurácia e

a precisão, o tempo de análise e o custo. Os métodos mais acurados para

uma certa determinação podem ser muito lentos ou exigir reagentes muito

caros. Levando em conta a economia, pode ser necessário escolher um

método que, embora menos exato, dê resultados de acurácia suficiente em

tempo razoável.

Os fatores importantes que se deve levar em conta ao selecionar um

método apropriado de análise incluem (a) a natureza da informação

procurada, (b) a quantidade de amostra disponível e a percentagem do

constituinte a ser determinado, e (c) a utilização dos resultados da análise.

A informação desejada pode exigir uma quantidade considerável de

dados ou talvez sejam suficientes resultados mais gerais. As análises

químicas podem ser classificadas em quatro tipos, de acordo com os dados

gerados:

 

Análise aproximada, em que se determina a quantidade de cada elemento

em uma amostra mas não os compostos presentes.

Análise parcial, em que se determinam alguns constituintes da amostra.

Análise de traços, um tipo de análise parcial em que se determinam certos

constituintes presentes em quantidades muito pequenas.