Vogel: Análise Química Quantitativa
17.7 Fontes de radiação
Fig. 17.6 Largura à meia altura de banda do espectro (Reproduzida, com permissão, de J. E. Seward (ed), 1985, Introduction to ultravioletand visible spectrophotometry, 2aed., Philips/Pye Unicam, Cambridge.)
Antigamente, a focalização da radiação no instrumento era feita com lentes, que têm
a desvantagem da aberração cromática, especialmente na região intermediária entre o visível e o ultravioleta. Prefere-se, hoje em dia, a focalização com espelhos curvos com a superfície refletora coberta com alumínio e protegida por um filme de sílica.
17.7 Fontes de radiação
Nos absorciômetros simples, a fonte usual de luz é a lâmpada de tungstênio. Nos espectrofotômetros, duas lâmpadas são necessárias para cobrir toda a faixa de comprimentos de onda. A primeira é, usualmente, uma lâmpada de tungstênio– halogênio (ou quartzo–iodo) que cobre a região entre o vermelho extremo do espectro visível (750–800 nm) e o ultravioleta próximo (300–320 nm). Esta lâmpada tem um bulbo de quartzo que permite a passagem da radiação ultravioleta. Quando se deseja obter espectros no ultravioleta (até 200 nm), usa-se uma lâmpada de hidrogênio ou de deutério. Em geral, prefere-se o deutério porque a radiação produzida é mais intensa. Esta lâmpada também tem um bulbo de quartzo. Lâmpadas de arco de xenônio com faixa espectral entre 250 e 600 nm também podem ser usadas.