Vogel: Análise Química Quantitativa
Sumário
1 Análise química
1.1 Introdução
1.2 Aplicações
1.3 Estágios da análise
1.4 Como selecionar o método
1.5 Como utilizar a literatura
1.6 Análise quantitativa
1.7 Técnicas especiais
1.8 Métodos instrumentais
1.9 Fatores que afetam a escolha do método analítico
1.10 Interferências
1.11 Tratamento de dados
1.12 Resumo
2 Reações em solução: teoria fundamental
2.1 A lei da ação das massas
2.2 Atividade e coeficiente de atividade
2.3 Equilíbrio químico
2.4 Fatores que afetam as reações químicas em solução
2.5 Produto iônico da água
2.6 Dissociação eletrolítica
2.7 Equilíbrio ácido-base em água
2.8 Força de ácidos e bases
2.9 Dissociação de ácidos polipróticos
2.10 O expoente do íon hidrogênio
2.11 Soluções-tampão
2.12 Hidrólise de sais
2.13 Grau de hidrólise
2.14 Produto de solubilidade
2.15 Efeito de íon comum
2.16 Íon comum: efeitos quantitativos
2.17 Precipitação fracionada
2.18 Solubilidade dos precipitados: efeito de ácidos
2.19 Solubilidade dos precipitados: efeito da temperatura
2.20 Solubilidade dos precipitados: efeito do solvente
2.21 Íons complexos
2.22 Complexação
2.23 Estabilidade de complexos
2.24 Tampões de íons metálicos
2.25 Estabilidade de complexos: fatores importantes
2.26 Complexonas
2.27 Constantes de estabilidade de complexos de EDTA
2.28 Potenciais de eletrodo
2.29 Células de concentração
2.30 Cálculo da f.e.m. de uma célula voltaica
2.31 Células de oxidação-redução
2.32 Cálculo do potencial padrão de redução
2.33 Constantes de equilíbrio das reações redox
2.34 Referências
2.35 Bibliografia
3 Aparelhagem comum e técnicas básicas
3.1 Introdução
Balanças
3.2 A balança analítica
3.3 Outras balanças
3.4 Pesos e massas de referência
3.5 Proteção e uso da balança analítica
3.6 Erros na pesagem
Vidraria aferida
3.7 Unidades de volume
3.8 Aparelhagem aferida
3.9 Temperatura padrão
3.10 Balões aferidos
3.11 Pipetas
3.12 Buretas
3.13 Buretas de peso
3.14 Buretas de pistão
3.15 Proveta (cilindros graduados)
3.16 Calibração da aparelhagem graduada
Água para uso no laboratório
3.17 Purificação da água
3.18 Frascos de lavagem
Aparelhagem em geral
3.19 Utensílios em vidro, cerâmica e plástico
3.20 Aparelhagens de metal
3.21 Aparelhagens de aquecimento
3.22 Dessecadores e câmaras secas
3.23 Aparelhagens para agitação
3.24 Aparelhagens para filtração
3.25 Frascos de pesagem
Reagentes e soluções padrões
3.26 Reagentes
3.27 Purificação de substâncias
3.28 Soluções padrões
Algumas técnicas básicas
3.29 Preparação da substância para a análise
3.30 Pesagem da amostra
3.31 Dissolução da amostra
3.32 Decomposição de compostos orgânicos
3.33 Precipitação
3.34 Filtração
3.35 Papéis de filtro
3.36 Cadinhos com placas porosas permanentes
3.37 Lavagem dos precipitados
3.38 Secagem e calcinação dos precipitados
3.39 Referências
3.40 Bibliografia
4 Estatística: introdução à quimiometria
4.1 Limitações dos métodos analíticos
4.2 Tipos de erros
4.3 Acurácia
4.4 Precisão
4.5 Como reduzir os erros sistemáticos
4.6 Algarismos significativos
4.7 Calculadoras e computadores
4.8 Média e desvio-padrão
4.9 Distribuição dos erros aleatórios
4.10 Confiabilidade dos resultados
4.11 Intervalo de confiança
4.12 Comparação de resultados
4.13 Comparação entre as médias de duas amostragens
4.14 Teste t emparelhado
4.15 Número de análises repetidas
4.16 Correlação e regressão
4.17 Regressão linear
4.18 Erros na inclinação e na interseção da reta
4.19 Erro na estimativa da concentração
4.20 Adição padrão
4.21 Regressão não-linear
4.22 Comparação de mais de duas médias
4.23 Planejamento de experiências
4.24 Análise de variância para dois fatores
4.25 Quimiometria e planejamento de experiências
4.26 Planejamento fatorial
4.27 Método de Yates
4.28 Efeito de interação: um outro tipo de cálculo
4.29 Planejamento fatorial: avaliação crítica
4.30 Métodos de otimização
4.31 Otimização seqüencial simplex
4.32 Otimização simplex: avaliação crítica
4.33 Tratamento multivariado de dados
4.34 Análise fatorial
4.35 Estatística rápida
4.36 A importância da quimiometria
4.37 Referências
4.38 Bibliografia
5 Amostragem
5.1 Introdução
5.2 Gases e vapores
5.3 Líquidos
5.4 Sólidos
5.5 Referências
5.6 Bibliografia
6 Separação
6.1 Introdução
6.2 Técnicas de separação
6.3 Extração com solvente
6.4 Cristalização e precipitação
6.5 Separações por troca iônica
6.6 Diálise e liofilização
6.7 Separações instrumentais
6.8 Extração com fase sólida
6.9 Comparação das eficiências de separação
6.10 Fatores cinéticos: teoria da velocidade
6.11 Separações por eletroforese
6.12 Teoria da eletroforese
6.13 Instrumentação para a eletroforese capilar
6.14 Capilares
6.15 O campo aplicado
6.16 O detector
6.17 Aplicações
6.18 Referências
6.19 Bibliografia
7 Cromatografia em camada fina
7.1 Introdução
7.2 A técnica da cromatografia em camada fina
7.3 Fases estacionárias
7.4 Fases móveis
7.5 TLC em duas dimensões
7.6 Cromatografia em camada fina com alta resolução (HPTLC)
Seção experimental
7.7 Separação e recuperação de corantes
7.8 Separação de carboidratos
7.9 Separação de corantes artificiais de confeitaria
7.10 Referências
7.11 Bibliografia
8 Cromatografia com fase líquida
8.1 Introdução
8.2 Tipos de cromatografia com fase líquida
8.3 Fase móvel, injeção da amostra e desenho da coluna
8.4 Escolha do detector
8.5 Eficiência da coluna
8.6 Cromatografia quiral
8.7 Derivatização
8.8 Análise quantitativa
Seção experimental
8.9 Aspirina, fenacetina e cafeína em uma mistura
8.10 Referências
8.11 Bibliografia
9 Cromatografia com fase gasosa
9.1 Introdução
9.2 Aparelhagem
9.3 Temperatura programada
9.4 Análise quantitativa
9.5 Procedimentos quantitativos
9.6 Análise elementar
Seção experimental
9.7 Técnica da normalização interna para a análise de solventes
9.8 Sacarose como derivado de trimetil-silila
9.9 Determinação de alumínio como o complexo tris (acetilacetonato)
9.10 Derivatização e quantificação de álcoois de açúcar (itóis)
9.11 Referências
9.12 Bibliografia
10 Análise titrimétrica
Considerações teóricas
10.1 Introdução
10.2 Análise titrimétrica
10.3 Classificação das reações em análise titrimétrica
10.4 Soluções padronizadas (padrões)
10.5 Preparação de soluções padronizadas (padrões)
10.6 Padrões primários e secundários
10.7 Princípios da titulação potenciométrica
10.8 Considerações gerais
10.9 Localização dos pontos finais
10.10 Tituladores automáticos
10.11 Vantagens das titulações potenciométricas
Coulometria em corrente constante
10.12 Generalidades
10.13 Princípios
10.14 Instrumentação
10.15 Geração externa do titulante
10.16 Vantagens
10.17 Aplicações
Titulações amperométricas
10.18 Princípios
10.19 Titulação amperométrica com eletrodo de mercúrio gotejante (DME)
10.20 Aparelhagem
10.21 Titulações biamperométricas
10.22 Vantagens
10.23 Aplicações
Titulações espectrofotométricas
10.24 Generalidades
10.25 Aparelhagem
10.26 Técnica
10.27 Vantagens
10.28 Aplicações
Titulações de neutralização
10.29 Indicadores de neutralização
10.30 Preparação de soluções do indicador
10.31 Indicadores mistos
10.32 Curvas de neutralização
10.33 Ácido forte neutralizado por base forte
10.34 Ácido fraco neutralizado por base forte
10.35 Base fraca neutralizada por ácido forte
10.36 Ácido fraco neutralizado por base fraca
10.37 Ácido poliprótico neutralizado por base forte
10.38 Ânions de ácidos fracos titulados com ácidos fortes
10.39 Seleção de indicadores nas reações de neutralização
10.40 Titulações em solventes não-aquosos
10.41 Solventes para titulações em meios não-aquosos
10.42 Indicadores para titulações em meios não-aquosos
10.43 Soluções padrões de ácidos e de bases
Neutralização: determinações titrimétricas
10.44 Uma mistura de carbonato e hidrogeno-carbonato
10.45 Ácido bórico
10.46 Amônia em sais de amônio
10.47 Nitrogênio orgânico: o procedimento de Kjeldahl
10.48 Nitratos
10.49 Fosfato: precipitação como molibdofosfato de quinolina
10.50 Massa molecular relativa de um ácido orgânico
10.51 Grupos hidroxila em carboidratos
10.52 Índice de saponificação de óleos e gorduras
10.53 Pureza do ácido acetil-salicílico (aspirina)
10.54 Titulação de aminas em meio não-aquoso
Neutralização: determinações usando instrumentos
10.55 Potenciometria: considerações gerais
10.56 Titulação potenciométrica de ácido acético com hidróxido de sódio
10.57 Titulações potenciométricas em solventes não-aquosos
10.58 Titulação de uma mistura de anilina e etanolamina em meio não-
aquoso
10.59 Ácidos e bases por coulometria
10.60 Compostos orgânicos por titulação espectrofotométrica
Titulações por complexação
10.61 Introdução
10.62 Curvas de titulação
10.63 Tipos de titulação com EDTA
10.64 Titulação de misturas
10.65 Indicadores de íons metálicos
10.66 Soluções padronizadas de EDTA
10.67 Algumas considerações práticas
Complexação: determinação de cátions individuais
10.68 Alumínio: titulação do excesso
10.69 Bário: titulação direta
10.70 Bismuto: titulação direta
10.71 Cálcio: titulação por substituição
10.72 Ferro(III): titulação direta
10.73 Níquel: titulações diretas
10.74 Determinação de diversos metais por EDTA
10.75 Cálcio na presença de magnésio com EGTA
10.76 Dureza total da água: permanente e temporária
10.77 Cálcio em presença de bário com CDTA
10.78 Cálcio e chumbo em uma mistura
10.79 Cromo(III) e ferro(III) em uma mistura: mascaramento cinético
10.80 Manganês na presença de ferro: ferro/manganês
10.81 Níquel na presença de ferro: aço-níquel
10.82 Chumbo e estanho em uma mistura: solda
Complexação: determinação de ânions
10.83 Fosfatos
10.84 Sulfatos
Outras titulações com EDTA
10.85 Titulações potenciométricas
10.86 Titulações coulométricas
10.87 Titulações amperométricas
10.88 Zinco
10.89 Bismuto
Titulações espectrofotométricas
10.90 Cobre(II)
10.91 Ferro(III)
Titulações de precipitação
10.92 Reações de precipitação
10.93 Determinação dos pontos finais em reações de precipitação
10.94 Padronização da solução de nitrato de prata
10.95 Cloretos e brometos
10.96 Iodetos
10.97 Preparação de soluções de tiocianato: método de Volhard
10.98 Prata em uma liga de prata
10.99 Cloretos pelo método de Volhard
10.100 Fluoreto: titulação de Volhard de cloro-fluoreto de chumbo
10.101 Potássio
Precipitação: determinações usando instrumentos
10.102 Potenciometria: considerações gerais
10.103 Misturas de halogenetos por potenciometria
10.104 Cloreto, brometo e iodeto por coulometria
10.105 Chumbo por amperometria com dicromato de potássio
10.106 Sulfato por amperometria com nitrato de chumbo
10.107 Iodeto por amperometria com nitrato de mercúrio(II)
Titulações de oxidação-redução
10.108 Mudança do potencial de eletrodo
10.109 Potenciais formais
10.110 Detecção do ponto final nas titulações de oxidação-redução
Oxidações com permanganato de potássio
10.111 Discussão
10.112 Preparação de permanganato de potássio 0,02 M
10.113 Padronização de soluções de permanganato
10.114 Peróxido de hidrogênio
10.115 Nitritos
10.116 Persulfatos
Oxidações com o dicromato de potássio
10.117 Discussão
10.118 Preparação da solução de dicromato de potássio 0,02 M
10.119 Ferro em um minério
10.120 Cromo em um sal de cromo(III)
10.121 Demanda química de oxigênio
Oxidações com uma solução de sulfato de cério(IV)
10.122 Discussão geral 237
10.123 Preparação da solução de sulfato de cério(IV) 0,1 M
10.124 Padronização de soluções de sulfato de cério(IV)
10.125 Cobre
10.126 Molibdato
Titulações iodométricas
10.127 Discussão geral
10.128 Detecção do ponto final
10.129 Preparação da solução de iodo 0,05 M
10.130 Padronização das soluções de iodo
10.131 Preparação da solução de tiossulfato de sódio 0,1 M
10.132 Padronização das soluções de tiossulfato de sódio
10.133 Cobre em sulfato de cobre cristalizado
10.134 Cloratos
10.135 Peróxido de hidrogênio
10.136 Oxigênio dissolvido
10.137 Cloro disponível em hipocloritos
10.138 Hexacianoferratos(III)
10.139 Comprimidos de vitamina C
Oxidações com o iodato de potássio
10.140 Discussão geral
10.141 Preparação de iodado de potássio 0,025 M
10.142 Arsênio ou antimônio
10.143 Hidrazina
10.144 Outros íons
Oxidações com o bromato de potássio
10.145 Discussão geral
10.146 Preparação de bromato de potássio 0,02 M
10.147 Metais: emprego da 8-hidróxi-quinolina (oxina)
10.148 Hidroxilamina
10.149 Fenol
Redução de estados de oxidação mais elevados
10.150 Discussão geral
10.151 Redução com zinco amalgamado: o redutor de Jones
10.152 O redutor de prata
10.153 Outros métodos de redução
Reações redox: determinações usando instrumentos
10.154 Potenciometria: considerações gerais
10.155 Manganês por potenciometria
10.156 Cobre por potenciometria
10.157 Coulometria: considerações gerais
10.158 Ciclo-hexeno por coulometria
10.159 8-Hidróxi-quinolina (oxina)
10.160 Amperometria: considerações gerais
10.161 Tiossulfato por amperometria com iodo
10.162 Antimônio com bromato de potássio por amperometria
10.163 Tiossulfato com iodo: ponto final por parada brusca
10.164 Glicose por amperometria com um eletrodo enzimático
10.165 A célula de Clark para a determinação de oxigênio
10.166 Água por amperometria com o reagente de Karl Fischer
10.167 Automação
10.168 Referências
10.169 Bibliografia
11 Análise gravimétrica
11.1 Introdução
11.2 Princípios
11.3 Reagentes de precipitação
Determinação de cloreto, sulfato e íons metálicos
11.4 Experimentos gravimétricos
11.5 Alumínio como 8-hidróxi-quinolinato (oxinato)
11.6 Cloreto como cloreto de prata
11.7 Chumbo como cromato
11.8 Níquel como dimetil-glioximato
11.9 Sulfato como sulfato de bário
11.10 Procedimentos para outros íons
11.11 Referências
11.12 Bibliografia
12 Análise térmica
12.1 Discussão Geral
12.2 Termogravimetria
12.3 Instrumentação da termogravimetria
12.4 Aplicações da termogravimetria
Parte experimental
12.5 Experimentos termogravimétricos
12.6 Técnicas diferenciais
12.7 Instrumentação para DTA e DSC
12.8 Fatores experimentais e instrumentais
12.9 Aplicações de DTA e DSC
Parte experimental
12.10 Estudo do sulfato de cobre hidratado e do tungstato de sódio
hidratado por DTA
12.11 Determinação de hidratos do sulfato de cálcio em cimento por DSC
12.12 Determinação da pureza de fármacos por DSC
12.13 Referências
12.14 Bibliografia
13 Métodos eletroanalíticos diretos
13.1 Introdução
Análise eletrogravimétrica
13.2 Eletrogravimetria: teoria
13.3 Eletrogravimetria: aparelhagem
13.4 Processos que ocorrem na célula
13.5 Deposição e separação
13.6 Separação eletrolítica de metais
13.7 Determinação de alguns metais
Coulometria
13.8 Discussão geral
13.9 Coulometria com potencial controlado
13.10 Aparelhagem e técnicas em geral
Seção experimental
13.11 Separação de níquel e cobalto
13.12 Coulometria em regime de fluxo
13.13 Avaliação da coulometria direta
Potenciometria
13.14 Fundamentos
Eletrodos de referência
13.15 O eletrodo de hidrogênio
13.16 Eletrodo de calomelano
13.17 Eletrodo de prata-cloreto de prata
Eletrodos indicadores e eletrodos seletivos para íons
13.18 Discussão geral
13.19 Eletrodo de vidro
13.20 Detectores sólidos seletivos para íons
13.21 Eletrodos bioquímicos
Instrumentação e medida da f.e.m. de uma célula
13.22 Uso de medidores de pH e de íons seletivos
13.23 Determinação do pH
13.24 Determinação de fluoreto
13.25 Potenciometria em uma reação oscilante
Voltametria
13.26 Fundamentos da voltametria
13.27 Polarografia convencional ou polarografia d.c.
13.28 Princípios teóricos
13.29 Íons complexos
13.30 Técnicas quantitativas
13.31 Efeito do oxigênio
13.32 Polarografia simples e polarografia d.c. clássica
13.33 Polarógrafo com três eletrodos: controle potenciostático
13.34 Voltametria modificada
13.35 Aplicações quantitativas da polarografia
Experimentos polarográficos
13.36 Experimentos polarográficos: introdução
13.37 Potencial de meia-onda do íon cádmio em KCl 1 M
13.38 Investigação da influência do oxigênio dissolvido
13.39 Cobre e zinco em água encanada usando DPP
13.40 Cobre e zinco em água encanada usando polarografia de onda
quadrada
13.41 Ácido ascórbico (vitamina C) em sucos de frutas
13.42 Determinação indireta de nitrato via o-nitrofenol
Voltametria extrativa
13.43 Princípios básicos
13.44 Eletrodos usados na análise por extração de íons
13.45 Aparelhagem para a análise por extração de íons
13.46 Determinação de chumbo na água encanada
13.47 Referências
13.48 Bibliografia
14 Espectroscopia de ressonância magnética nuclear
14.1 Introdução
14.2 Teoria
14.3 Deslocamento químico
14.4 Acoplamento dos núcleos magnéticos
14.5 Instrumentação
14.6 Preparação das amostras
Determinações experimentais
14.7 Conteúdo de etanol em bebidas alcoólicas
14.8 Conteúdo de etanol em uma cerveja pelo método da adição direta
14.9 Aspirina, fenacetina e cafeína em uma pastilha de analgésico
14.10 Tautomeria ceto-enólica em pentano-2,4-diona (acetil-acetona)
14.11 Referências
14.12 Bibliografia
15 Espectroscopia de absorção atômica
15.1 Introdução
15.2 Teoria elementar
15.3 Instrumentação
15.4 Chamas
15.5 Sistema nebulizador-queimador
15.6 Técnica do forno de grafite
15.7 Técnica de vaporização a frio e geração de hidreto
15.8 Fontes de raias de ressonância
15.9 Monocromadores
15.10 Detectores
15.11 Interferências
15.12 Interferências químicas
15.13 Métodos de correção da radiação de fundo
15.14 Espectrofotômetros de absorção atômica
Experimentos preliminares
15.15 Procedimento para a curva de calibração
15.16 Preparação de soluções da amostra
15.17 Preparação de soluções padrões
15.18 Práticas de segurança
15.19 Limites de detecção
Algumas determinações por espectroscopia de absorção atômica
15.20 Magnésio e cálcio na água encanada
15.21 Vanádio em óleo lubrificante
15.22 Traços de elementos em solos contaminados
15.23 Estanho em suco de fruta enlatado
15.24 Referências
15.25 Bibliografia
16 Espectroscopia de emissão atômica
16.1 Introdução
16.2 Espectros de emissão
16.3 Espectroscopia de emissão de chama (flame emission spectroscopy –
FES)
16.4 Métodos de avaliação
16.5 Avaliação da espectroscopia de emissão de chama
16.6 Espectroscopia de emissão de plasma
16.7 Plasma de corrente direta (DCP)
16.8 Plasma de acoplamento indutivo (ICP)
16.9 Introdução da amostra
16.10 Instrumentação para o ICP
16.11 Avaliação do ICP AES
16.12 Determinação de metais alcalinos por fotometria de chama
16.13 Referências
16.14 Bibliografia
17 Espectroscopia eletrônica molecular
17.1 Discussão geral
17.2 Teoria da espectrofotometria e da colorimetria
17.3 Fluorimetria (teoria)
17.4 Métodos de medida da “cor”
17.5 Método do fotômetro fotoelétrico
17.6 Seleção do comprimento de onda
17.7 Fontes de radiação
17.8 Células padronizadas
17.9 Apresentação dos dados
17.10 Desenho dos instrumentos
17.11 Instrumentos para fluorimetria
17.12 Origens do espectro de absorção
17.13 Espectrofotometria derivativa
Colorimetria
17.14 Considerações gerais
17.15 Escolha do solvente
17.16 Determinações colorimétricas: procedimento geral
17.17 Análise de enzimas
17.18 Algumas aplicações da fluorimetria
17.19 Análise por injeção de fluxo
Seção experimental Cátions
17.20 Amônia
17.21 Arsênio
17.22 Boro
17.23 Crômio
17.24 Titânio
17.25 Tungstênio
Ânions
17.26 Cloreto
17.27 Fosfato
17.28 Sulfato
Compostos orgânicos
17.29 Aminas primárias
17.30 Detergentes aniônicos
Espectrofometria no UV/visível
17.31 Curva de absorção e concentração de nitrato de potássio
17.32 Como os substituintes afetam o espectro de absorção do ácido
benzóico
17.33 Determinações simultâneas (crômio e manganês)
17.34 Hidrocarbonetos aromáticos e misturas binárias
17.35 Fenóis em água
17.36 Constituintes ativos em um medicamento por espectroscopia
derivativa
17.37 Glicerol em suco de frutas
17.38 Colesterol em maionese
Fluorimetria
17.39 Quinina em água tônica
17.40 Codeína e morfina em uma mistura
17.41 Referências
17.42 Bibliografia
18 Espectroscopia vibracional
18.1 Espectroscopia de infravermelho
18.2 Espectroscopia de Raman
18.3 O efeito Raman
18.4 Correlação entre espectros de infravermelho e de Raman
18.5 Instrumentação para a espectroscopia de infravermelho
18.6 Analisadores especializados
18.7 Células de infravermelho para amostras líquidas
18.8 Medição da espessura da célula
18.9 Instrumentação para a espetroscopia de Raman
18.10 Medição das bandas de absorção no infravermelho
18.11 Lei de Beer: espectro quantitativo no infravermelho
18.12 Medições com pastilhas
18.13 Métodos de refletância
18.14 Sistemas GC-FTIR
18.15 Espectroscopia de infravermelho próximo
Determinações experimentais
18.16 Pureza do ácido benzóico comercial em pastilhas de KBr
18.17 Curva de calibração para o ciclo-hexano
18.18 Determinação de 2-, 3- e 4-metil-fenóis (cresóis) em uma mistura
18.19 Acetona (propanona) em álcool isopropílico (2-propanol)
18.20 Referências
18.21 Bibliografia
19 Espectrometria de massas
19.1 Introdução
19.2 Sistemas de vácuo
19.3 Sistemas de admissão da amostra
19.4 A fonte de íons
19.5 Analisadores de massas
19.6 Detectores
19.7 Manipulação dos dados
19.8 Espectrometria de massas de compostos inorgânicos
19.9 Medidas da razão isotópica
19.10 Interpretação dos espectros
19.11 Sistemas associados
19.12 Desenvolvimentos futuros
19.13 Referências
19.14 Bibliografia
Apêndices
Apêndice 1 Massas atômicas relativas 1994
Apêndice 2 Concentrações em água: ácidos comuns e amônia
Apêndice 3 Soluções saturadas de alguns reagentes a 20°C
Apêndice 4 Fontes de amostras analisadas
Apêndice 5 Soluções tampões e padrões secundários de pH
Apêndice 6a Constantes de dissociação de alguns ácidos em água a 25°C
Apêndice 6b Constantes de dissociação ácidas de bases em água a 25°C
Apêndice 7 Potenciais de meia-onda polarográficos
Apêndice 8 Linhas de ressonância na absorção atômica
Apêndice 9 Cromóforos comuns: características de absorção eletrônica
Apêndice 10 Bandas características no infravermelho
Apêndice 11 Pontos percentuais na distribuição de t
Apêndice 12 Distribuição F
Apêndice 13 Valores críticos de Q (P = 0,05)
Apêndice 14 Valores críticos do coeficiente de correlação ρ (P = 0,05)
Apêndice 15 Teste de precedência segundo Wilcoxon (Wilcoxon signed
rank test): valores críticos (P = 0,05)
Apêndice 16 Valores críticos de Td (P = 0,05)
Apêndice 17 Valores críticos de FR estatístico (P = 0,05)
Apêndice 18 Equivalentes e normalidades
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