Manual de Direito Tributário
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"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando
por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo
nível."
ISBN 978850263614-9
Sabbag, Eduardo
Manual de direito
tributário / Eduardo
Sabbag. – 8. ed. – São
Paulo : Saraiva, 2016.
1. Direito tributário 2.
Direito tributário –
Brasil I. Título.
15-08251 CDU–
34:336.2 (81)
Índices para catálogo sistemático:
1. Direito tributário 34:336.2 (81)
Direção editorial Luiz Roberto Curia
G erência editorial Thaís de Cam argo Rodrigues
Assistência editorial Deborah Caetano de Freitas Viadana
Coordenação geral Clarissa Boraschi Maria
Preparação de originais Maria Izabel Barreiros Bitencourt Bressan e Ana
Cristina Garcia (coords.)
Arte, diagramação e revisão Know-how Editorial
Conversão para E-pub Guilherm e Henrique Martins Salvador
Serviços editoriais Elaine Cristina da Silva | Kelli Priscila Pinto | Marília Cordeiro
Capa IDÉE arte e com unicação
Data de fechamento da
edição: 30-12-2015
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SUMÁRIO
AGRADECIMENTOS
NOTA DO AUTOR À OITAVA EDIÇÃO
NOTA DO AUTOR À PRIMEIRA EDIÇÃO
ABREVIATURAS
1. INTRODUÇÃO
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.1 O Direito Tributário e seu conceito
1.2 O Direito Tributário e as receitas públicas
1.3 O Direito Tributário e sua natureza: direito público, obrigacional e
com um
1.4 O Direito Tributário e sua autonom ia
I. O Direito Tributário e o Direito Constitucional
II. O Direito Tributário e o Direito Financeiro
III. O Direito Tributário e o Direito Adm inistrativo
IV. O Direito Tributário e o Direito Penal
V. O Direito Tributário e o Direito Processual
VI. O Direito Tributário e o Direito Internacional Público
VII. O Direito Tributário e o Direito Civil
VIII. O Direito Tributário e outros ram os científicos
2 O DIREITO TRIBUTÁRIO E OS LIMITES AO PODER DE TRIBUTAR
2.1 Introdução
2.2 Lim itações constitucionais ao poder de tributar
2. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 O TRIBUTO E AS LEIS ORDINÁRIA E COMPLEMENTAR
3 A LEGALIDADE ESTRITA
3.1 A estipulação de obrigações acessórias (art. 113, § 2º, CTN)
3.2 A atualização m onetária do tributo (art. 97, §§ 1º e 2º, CTN)
4 A MITIGAÇÃO DO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA
5 O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA E A EMENDA
CONSTITUCIONAL N. 33/2001
6 OS REFLEXOS DA EC N. 32/2001 NO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
TRIBUTÁRIA
6.1 A relevância e a urgência da m edida provisória
6.2 A m edida provisória e os tributos
6.2.1 A m edida provisória e a incom patibilidade com a lei
com plem entar
(I) Quanto às m atérias discrim inadas no art. 146 da CF
(II) Quanto ao ICMS
(III) Quanto ao ITCMD
(IV) Quanto ao ISS
(V) Quanto à Contribuição Social
3. PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA
1 INTRODUÇÃO
2 O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE E O DIREITO FUNDAMENTAL
DO CONTRIBUINTE: UMA CLÁUSULA PÉTREA
3 O PRINCÍPIO DA ANUALIDADE
4 O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE E SUA PREVISÃO NA
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988
4.1 O princípio da anterioridade anual – art. 150, III, “b”, CF
4.1.1 O princípio da anterioridade anual e o art. 104 do CTN
4.2 O princípio da anterioridade nonagesim al – art. 150, III, “c”, CF
4.3 A regra geral da anterioridade e a aplicação cum ulativa dos prazos –
art. 150, III, “c”, parte final, CF
4.4 As exceções ao princípio da anterioridade anual
4.4.1 As exceções ao princípio da anterioridade anual e a
Em enda Constitucional n. 33/2001
4.5 As exceções ao princípio da anterioridade nonagesim al e a Em enda
Constitucional n. 42/2003
4.6 O Princípio da Anterioridade Especial para as Contribuições Social-
previdenciárias
5 O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE E OS INSTITUTOS JURÍDICOS DA
VIGÊNCIA E EFICÁCIA DA NORMA TRIBUTÁRIA
5.1 A eficácia da norm a tributária
5.2 A vigência da norm a tributária
6 O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA E A EMENDA
CONSTITUCIONAL N. 32/2001
7 O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE NONAGESIMAL DAS
CONTRIBUIÇÕES SOCIAL-PREVIDENCIÁRIAS E A MEDIDA
PROVISÓRIA
4. PRINCÍPIO DA ISONOMIA TRIBUTÁRIA
1 A Igualdade: considerações iniciais
2 A Isonom ia tributária
2.1 A isonom ia tributária e a cláusula pecunia non olet
2.1.1 A cláusula “pecunia non olet” e a intributabilidade dos atos
ilícitos
2.1.2 A cláusula “pecunia non olet” e a plena capacidade
tributária passiva (art. 126, CTN)
2.1.3 A interpretação econôm ica
2.1.4 A cláusula “pecunia non olet” e nossa linha conclusiva
3 A capacidade contributiva: a equidade e a tributação j usta
3.1 A capacidade contributiva e o m ínim o vital
3.2 A capacidade contributiva e a extrafiscalidade
3.3 A capacidade contributiva e seu plano histórico
3.4 A capacidade contributiva na Carta Magna de 1988
3.4.1 A capacidade contributiva e a exclusiva associação a
im postos
3.4.2 A capacidade contributiva e a expressão “sem pre que
possível”
3.4.3 A capacidade contributiva e a progressividade
3.4.4 A capacidade contributiva e a proporcionalidade
3.4.5 A capacidade contributiva e a seletividade
5. PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA
1 NOÇÕES INTRODUTÓRIAS
1.1 A irretroatividade tributária e a segurança j urídica
2 OS PRINCÍPIOS DA IRRETROATIVIDADE E ANTERIORIDADE
TRIBUTÁRIAS
3 O PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA E A EXISTÊNCIA
DE LEIS PRODUTORAS DE EFEITOS JURÍDICOS SOBRE ATOS
PRETÉRITOS (ART. 106, I e II, CTN)
3.1 A lei interpretativa com o produtora de efeito j urídico sobre atos
pretéritos
3.1.1 A Lei Com plem entar n. 118/2005: a pretendida
interpretação retroativa de lei interpretativa
3.2 A lei benigna com o produtora de efeito j urídico sobre atos pretéritos
3.2.1 “Ato não definitivam ente j ulgado”: a condição à aplicação
dos efeitos pretéritos à lei m ais benigna
3.2.2 Observações com plem entares quanto à retroação da lei
m ais branda
4 ANÁLISE DO PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA, À
LUZ DO ART. 144, §§ 1º e 2º, DO CTN
4.1 Análise do art. 144, § 1º, CTN
4.1.1 O princípio da irretroatividade tributária e a Lei n.
10.174/2001 (CPMF e o art. 144, § 1º, CTN)
4.2 Análise do art. 144, § 2º, CTN
5 O FATO GERADOR PENDENTE E A SÚMULA N. 584 DO STF, PERANTE
O PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA
5.1 A Súm ula n. 584 perante o STF e o STJ
5.1.1 A defesa da Súm ula n. 584 no STF
5.1.2 O ataque à Súm ula n. 584 no STJ
6. PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO
1 INTRODUÇÃO
2 BREVE RELATO HISTÓRICO
3 O CONFISCO NA TRADIÇÃO JURÍDICA BRASILEIRA
4 O CONFISCO TRIBUTÁRIO: CONCEITO
4.1 O confisco tributário e o princípio da capacidade contributiva
4.2 O confisco tributário e o direito de propriedade
5 O PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO NO TEXTO
CONSTITUCIONAL
5.1 O princípio da vedação ao confisco: o destinatário do postulado
5.2 O princípio da vedação ao confisco: o efeito “de confisco” no tributo
5.3 O princípio da vedação ao confisco: a carga tributária total
6 O PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO PERANTE AS ESPÉCIES
TRIBUTÁRIAS
6.1 O princípio da vedação ao confisco e os im postos
6.2 O princípio da vedação ao confisco e as taxas
6.3 O princípio da vedação ao confisco e as contribuições de m elhoria
6.4 O princípio da vedação ao confisco e os em préstim os com pulsórios
6.5 O princípio da vedação ao confisco e as contribuições
7 O PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO E AS MULTAS
8 A RAZOABILIDADE E A PROPORCIONALIDADE: LIMITES AO
CONFISCO TRIBUTÁRIO
9 O PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO E O PROJETO DE LEI
COMPLEMENTAR (PLC) N. 168/89
10 ENTENDIMENTO CONCLUSIVO
7. PRINCÍPIO DA NÃO LIMITAÇÃO AO TRÁFEGO DE PESSOAS E BENS E
A RESSALVA DO PEDÁGIO
1 Considerações iniciais
2 Análise dos Pedágios
2.1 O pedágio na tradição j urídica brasileira
2.2 A análise do pressuposto fático do pedágio: o uso da via conservada
pelo Poder Público
2.3 A análise da feição tributária do pedágio
2.3.1 A base de cálculo do pedágio-taxa
2.3.2 A utilização potencial do serviço público perante o pedágio-
taxa
2.3.3 O selo-pedágio: um exem plo de pedágio-taxa
2.4 A análise da suposta feição não tributária do pedágio
2.5 O pedágio: requisitos para a taxação ou tarifação
2.6 O pedágio e a lesão ao direito à locom oção diante da inexistência de
via alternativa
8. OUTROS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS
1 O PRINCÍPIO DA UNIFORMIDADE GEOGRÁFICA
2 PRINCÍPIO DA ISONÔMICA TRIBUTAÇÃO DA RENDA NOS TÍTULOS
DA DÍVIDA PÚBLICA E NOS VENCIMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS
PÚBLICOS
3 PRINCÍPIO DA PROIBIÇÃO DAS ISENÇÕES HETERÔNOMAS
4 PRINCÍPIO DA Não DISCRIMINAÇÃO BASEADA EM PROCEDÊNCIA
OU DESTINO
9. IMUNIDADES GERAIS E RECÍPROCA
1 INTRODUÇÃO
2 A IMUNIDADE E A ISENÇÃO
3 A IMUNIDADE E A EXONERAÇÃO DAS ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS
4 ANÁLISE DAS ALÍNEAS DO INCISO VI DO ART. 150 DA CF
4.1 Im unidade das entidades políticas
4.1.1 Considerações iniciais
4.1.2 Im unidade das entidades autárquicas e fundacionais
4.1.3 A im unidade recíproca e os im postos indiretos
4.1.4 Análise do art. 150, § 3º, da Carta Magna
4.1.5 Im unidade tributária de cartórios
4.1.6 A im unidade tributária recíproca e as em baixadas ou
consulados
10. IMUNIDADE DOS TEMPLOS RELIGIOSOS
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 O laicism o no Brasil
3 A im unidade religiosa e os im postos
4 A im unidade religiosa e os conceitos de culto e tem plo
5 A im unidade religiosa e o art. 150, § 4º, CF
5.1 O art. 150, § 4º, parte inicial, da CF: a desoneração para im postos
sobre o patrim ônio, a renda e os serviços
5.2 O art. 150, § 4º, parte final, da CF: a relação com as finalidades
essenciais da entidade im une
6 A Im unidade religiosa: tem as relevantes
6.1 A im unidade religiosa e os tributos indiretos
6.2 A im unidade religiosa e os cem itérios
6.3 A im unidade religiosa e as loj as m açônicas
7 a Im unidade religiosa: um a análise crítica
11. IMUNIDADES NÃO AUTOAPLICÁVEIS
1 Considerações iniciais
2 Estudo das im unidades constantes da alínea “c”
2.1 Im unidade dos partidos políticos
2.2 Im unidade dos sindicatos de em pregados
2.3 Im unidade das instituições de educação
2.4 Im unidade das entidades de assistência social
2.4.1 A assistência social e as entidades fechadas de previdência
social privada
2.4.2 A assistência social e as entidades prom otoras da integração
no m ercado de trabalho
3 Estudo com plem entar da alínea “c”
3.1 Confronto entre o art. 150, VI, “c”, parte final, da CF e o art. 14 do
CTN
12. IMUNIDADE DE IMPRENSA
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.1 Análise do livro – um veículo de pensam ento
1.1.1 A im unidade de im prensa e a publicação eletrônica
1.2 Análise do j ornal – um veículo de pensam ento
1.3 Análise do periódico – um veículo de pensam ento
1.4 Análise do papel destinado a im pressão – um insum o
1.4.1 O papel destinado a im pressão e a não cum ulatividade do
art.155, § 2º, II, da CF
13. IMUNIDADE MUSICAL
1 Introdução e conceito
2 A im unidade tributária m usical e o propósito inibitório da contrafação
3 Os conceitos técnicos em pregados no art. 150, VI, “e”, CF
4 Os im postos afastados por força da im unidade m usical
5 A ressalva à im unidade: replicação industrial de m ídias ópticas de leitura a
laser
6 A crítica ao texto da presente norm a im unizante
7 Conclusões
14. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL
1 DEFINIÇÃO DE TRIBUTO
1.1 A prestação pecuniária
1.2 A prestação com pulsória
1.3 A prestação diversa de sanção
1.4 A prestação instituída por lei
1.5 A prestação cobrada por lançam ento
2 Com petência tributária
2.1 Com petência tributária e capacidade tributária ativa
2.2 Detalhando a classificação da com petência tributária
2.2.1 Com petência privativa
2.2.2 Com petência com um
2.2.3 Com petência cum ulativa
2.2.4 Com petência especial
2.2.5 Com petência residual
2.2.6 Com petência extraordinária
15. ESPÉCIES DE TRIBUTOS E IMPOSTOS
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.1 Im postos
1.1.1 O princípio da não afetação e os im postos
1.1.2 Os im postos e a privatividade das com petências
1.1.3 Classificação dos im postos
a) Im postos Diretos e Indiretos
b) Im postos Pessoais e Reais
c) Im postos Fiscais e Extrafiscais
d) Im postos divididos segundo a classificação im posta pelo CTN
e) Im postos Progressivos, Proporcionais e Seletivos
16. TAXAS
1 O FATO GERADOR
1.1 Análise da taxa de polícia
1.2 Análise da taxa de serviço
2 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES SOBRE TAXAS
2.1 A base de cálculo nas taxas
2.2 O confronto “taxa versus tarifa”
17. CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA
2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
3 O fato gerador
4 O suj eito passivo
5 A base de cálculo do tributo
5.1 A base de cálculo e os dois m odelos de cobrança – o “am ericano” e
o “alem ão”
5.2 A base de cálculo e os lim ites de cobrança
a) Lim ite total (ou global)
b) Lim ite individual
c) Análise conj unta dos lim ites
6 Requisitos m ínim os para a instituição
7 A CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA E A DESAPROPRIAÇÃO
18. EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO
1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA
2 AS TEORIAS EXPLICATIVAS SOBRE A NATUREZA JURÍDICA DO
EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO: CONTRATO OU TRIBUTO
2.1 A autonom ia do em préstim o com pulsório
3 O TRIBUTO E A LEI COMPLEMENTAR
4 TRIBUTO E A COMPETÊNCIA PARA SUA INSTITUIÇÃO
5 TRIBUTO E OS CONCEITOS NECESSÁRIOS À COMPREENSÃO DE
SEUS PRESSUPOSTOS FÁTICOS
6 EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO E O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE
TRIBUTÁRIA
6.1 O em préstim o com pulsório e os dem ais princípios constitucionais
tributários
7 O FATO GERADOR
7.1 Análise do art. 15 do CTN
8 ANÁLISE DO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 148 DA CF
9 A DEVOLUÇÃO DO VALOR COMPULSORIAMENTE MUTUADO
19. CONTRIBUIÇÕES
1 A feição tributária
2 As Contribuições e os Princípios Tributários
3 O Conceito de Contribuições Parafiscais ou Especiais
4 Estudo das Contribuições de Interesse das Categorias Profissionais ou
Econôm icas
4.1 Contribuição-anuidade
4.2 Contribuição sindical
4.3 Questões relevantes sobre as contribuições profissionais ou
corporativas
a) Há um a bitributação no confronto “contribuição-anuidade versus
contribuição sindical”?
b) O que é a cham ada “contribuição assistencial”? Confunde-se com a
contribuição confederativa?
c) As contribuições para os serviços sociais autônom os (sistem a “S”) são
contribuições corporativas?
d) As anuidades cobradas pela OAB são contribuições corporativas?
5 Estudo das Contribuições de intervenção no dom ínio econôm ico
5.1 Cide-Com bustíveis
5.2 CIDE-Roy alties
5.3 Outras contribuições de intervenção no dom ínio econôm ico (CIDEs)
6 Estudo das Contribuições Sociais
6.1 As contribuições sociais gerais
6.2 As contribuições de seguridade social
a) 1ª fonte de custeio da seguridade social: o im portador
b) 2ª fonte de custeio: a receita de loterias
c) 3ª fonte de custeio: o trabalhador
d) 4ª fonte de custeio: o em pregador e a em presa
d.1) Contribuição Social Patronal sobre a Folha de Pagam entos
d.2) Contribuição ao PIS/PASEP
d.3) Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL)
d.4) Contribuição para Financiam ento da Seguridade Social
(COFINS)
6.3 As “outras” contribuições sociais
6.4 Estudo com plem entar das contribuições
a) Breve análise da Contribuição Provisória sobre Movim entação
Financeira (CPMF)
b) Análise da Contribuição para o Serviço de Ilum inação Pública
(COSIP)
c) Análise da contribuição para o Fundo de Garantia do Tem po de
Serviço (FGTS), sua natureza não tributária e o prazo de prescrição
d) Análise da Contribuição Social ao Fundo de Assistência e Previdência
do Trabalhador Rural (FUNRURAL)
7 O SIMPLES FEDERAL E O SIMPLES NACIONAL
8 REPARTIÇÃO TRIBUTÁRIA DAS RECEITAS
8.1 Transferências diretas feitas da União para os Estados e Distrito
Federal
8.2 Transferências diretas feitas da União para os Municípios
8.3 Transferências diretas feitas dos Estados-Mem bros para os
Municípios
8.4 Análise final da repartição das receitas tributárias
8.5 Transferências indiretas – estudo dos Fundos Especiais
20. Fontes do Direito Tributário
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 FONTES FORMAIS DO DIREITO TRIBUTÁRIO
2.1 Fontes form ais principais
2.1.1 Constituição Federal
2.1.2 Em enda à Constituição Federal
2.1.3 Lei Ordinária
2.1.4 Decreto
2.1.5 Lei Delegada
2.1.6 Medida Provisória
2.1.7 Decreto Legislativo
2.1.8 Resolução
2.1.9 Tratados e Convenções Internacionais
2.1.10 Lei Com plem entar
3 Fontes Form ais Secundárias do Direito Tributário ou Norm as
Com plem entares
3.1 Inciso I: Atos norm ativos expedidos pelas autoridades adm inistrativas
3.2 Inciso II: Decisões com eficácia norm ativa
3.3 Inciso III: Práticas reiteradas das autoridades adm inistrativas
3.4 Inciso IV: Convênios celebrados pelas entidades im positoras
3.4.1 Convênios do ICMS
3.5 Parágrafo único do art. 100 do CTN
21. VIGÊNCIA, APLICAÇÃO, INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
1 Vigência da legislação tributária
1.1 A vigência da legislação tributária no tem po
1.2 A vigência e o princípio da anterioridade tributária
1.3 A vigência da legislação tributária no espaço
2 Aplicação da legislação tributária
2.1 A aplicação da nova lei tributária aos fatos pendentes
2.2 A retroatividade da lei tributária
3 Interpretação da legislação tributária
3.1 Interpretação e suas classificações
3.2 Utilização de princípios gerais do Direito Privado
3.3 Interpretação econôm ica
3.4 Interpretação literal
3.5 Interpretação benigna
4 Integração da Legislação Tributária
4.1 Analogia
4.1.1 Analogia e o princípio da legalidade
4.2 Princípios gerais de Direito Tributário
4.3 Princípios gerais de Direito Público
4.4 Equidade
22. RELAÇÃO JURÍDICO-TRIBUTÁRIA
1 A HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA
2 O FATO GERADOR
3 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
3.1 Suj eito ativo
3.2 Suj eito passivo
3.3 Obj eto da obrigação tributária
3.4 Causa
4 DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO
23. RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA
1 CONCEITOS INTRODUTÓRIOS
1.1 Conceito: contribuinte versus responsável
1.2 Conceito: responsabilidade pessoal versus responsabilidade
subsidiária
1.3 Conceito: responsabilidade por substituição versus responsabilidade
por transferência
2 RESPONSABILIDADE DE DEVEDORES SOLIDÁRIOS
3 RESPONSABILIDADE DE DEVEDORES SUCESSORES
3.1 1ª HIPÓTESE: art. 130 do CTN
3.2 2ª HIPÓTESE: art. 131, I, II e III, do CTN
3.3 3ª HIPÓTESE: art. 132 do CTN
3.4 4ª HIPÓTESE: art. 133 do CTN
4 RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS DEVEDORES
4.1 Art. 134 do CTN: responsabilidade de terceiro com atuação regular
4.2 Art. 135 do CTN: responsabilidade de terceiro com atuação irregular
5 Responsabilidade por Infrações
a) Responsabilidade obj etiva: conceito
b) Responsabilidade pessoal do agente
b.1) Inciso I: infrações tributárias com o crim es ou contravenções
b.2) Inciso II: infrações tributárias com o dolo específico
(elem entar)
b.3) Inciso III: infrações que decorram de dolo específico
6 Denúncia Espontânea
24. Crédito Tributário
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 O LANÇAMENTO
2.1 O conceito de lançam ento
2.2 Questões pontuais sobre lançam ento
2.3 Revisão de lançam ento
2.4 Modalidades de lançam ento
2.5 Análise da técnica do arbitram ento
3 CRÉDITO TRIBUTÁRIO E DECADÊNCIA
3.1 Considerações iniciais
3.2 A decadência no CTN: visão geral
3.3 A decadência no CTN: análise do art. 173, I
3.4 A decadência no CTN: análise do art. 150, § 4º
3.5 A decadência na visão do STJ: a cum ulação de prazos
3.6 A decadência no CTN e a anulação do lançam ento anterior
3.7 A decadência no CTN e a m edida preparatória de lançam ento
3.8 A decadência e a lei com plem entar
3.9 A decadência e o prazo decenal das contribuições sociais
4 CRÉDITO TRIBUTÁRIO E PRESCRIÇÃO
4.1 Considerações iniciais
4.2 O term o a quo da contagem da prescrição
4.3 A prescrição e a dívida ativa
4.4 A prescrição e os lançam entos por hom ologação
4.5 A prescrição e as causas de interrupção
4.6 A prescrição e outros tem as
25. SUSPENSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 MORATÓRIA
3 DEPÓSITO DO MONTANTE INTEGRAL
4 RECLAMAÇÕES E RECURSOS ADMINISTRATIVOS
4.1 O depósito recursal na órbita adm inistrativa
5 CONCESSÃO DE LIMINAR EM MANDADO DE SEGURANÇA E DE
TUTELA ANTECIPADA EM OUTRAS AÇÕES
6 PARCELAMENTO
26. EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 PAGAMENTO
2.1 Consulta tributária
2.2 A restituição de pagam ento indevido ou a m aior e o prazo
prescricional
3 COMPENSAÇÃO
4 TRANSAÇÃO
5 REMISSÃO
6 DECADÊNCIA E PRESCRIÇÃO
7 CONVERSÃO DO DEPÓSITO EM RENDA
8 PAGAMENTO ANTECIPADO E A HOMOLOGAÇÃO DO
LANÇAMENTO
9 CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO JULGADA PROCEDENTE
10 DECISÃO ADMINISTRATIVA IRREFORMÁVEL
11 DECISÃO JUDICIAL PASSADA EM JULGADO
12 DAÇÃO EM PAGAMENTO
27. EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 ESTUDO DA ISENÇÃO
2.1 Isenção: a incidência ou a não incidência da norm a
2.2 A revogação da lei isentiva
2.2.1 A revogação da lei isentiva e o princípio da anterioridade
tributária
2.3 A isenção e o princípio da legalidade tributária
2.4 A isenção e os tributos bilaterais
3 ESTUDO DA ANISTIA
4 SÍNTESE CONCLUSIVA
28. ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA E DISPOSIÇÕES FINAIS DO CTN
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 FISCALIZAÇÃO
3 DÍVIDA ATIVA
a) O nom e do devedor
b) O m ontante exequível
c) A origem e o fundam ento legal
d) A data da inscrição
e) A m enção ao processo adm inistrativo
f) A indicação do livro e da folha da inscrição
4 CERTIDÃO NEGATIVA
5 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS DO CTN
29. GARANTIAS E PRIVILÉGIOS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2 NATUREZA DA GARANTIA DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
3 PONTO DE DESEQUILÍBRIO NA RELAÇÃO JURÍDICO-TRIBUTÁRIA
4 OS BENS INALCANÇÁVEIS PELA EXECUÇÃO DO CRÉDITO
TRIBUTÁRIO
5 MOMENTO DE CARACTERIZAÇÃO DA FRAUDE À EXECUÇÃO
FISCAL
5.1 A reserva de bens ou rendas para pagam ento da dívida
6 PREFERÊNCIAS (OU PRIVILÉGIOS) DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
7 DA QUITAÇÃO DE TRIBUTOS
30. IMPOSTOS MUNICIPAIS
1 ESTUDO DO IPTU
1.1 Com petência e suj eito ativo
1.2 Suj eito passivo
1.3 Fato gerador
1.3.1 Conceitos im portantes sobre o fato gerador do IPTU
1.3.1.2 Conceito de propriedade, dom ínio útil e posse
1.3.1.3 Conceito de zona urbana
1.3.2 Onde e quando se dá o fato gerador do IPTU?
1.4 Base de cálculo
1.5 Alíquotas
2 ESTUDO DO ISS30
2.1 Com petência tributária e suj eito ativo
2.2 Suj eito passivo
2.3 Fato gerador
2.3.1 Conceito de produtos industrializados
2.3.2 Conceito de operações relativas à circulação de
m ercadorias
2.3.3 Conceito de serviços, para fins de incidência do ISS
2.4 Base de cálculo
2.5 Alíquota
2.6 Casos relevantes de incidência do ISS
2.6.1 O ISS e o “software”
2.6.2 O ISS e a locação de serviços
2.6.3 O ISS e o arrendam ento m ercantil (“leasing”)
2.6.4 O ISS e as atividades bancárias
2.6.5 O ISS e os trabalhos gráficos
2.6.6 O ISS e a incorporação im obiliária
2.6.7 O ISS e as franquias (“franchising”)
2.6.8 O ISS e o “factoring”
2.6.9 O ISS e a inclusão na base de cálculo do PIS e da COFINS
3 ESTUDO DO ITBI
3.1 Com petência e suj eito ativo
3.2 Suj eito passivo
3.3 Fato gerador
3.3.1 O plano sem ântico da m aterialidade do fato gerador do
ITBI
3.3.2 Os planos espacial e tem poral do fato gerador do ITBI
3.4 Base de cálculo
3.5 Alíquotas
3.5.1 A progressividade das alíquotas do ITBI
3.6 ITBI e Im unidades
31. Im postos Estaduais
1 ESTUDO DO ICMS
1.1 Com petência e suj eito ativo
1.2 Suj eito passivo
1.3 Fato gerador
1.3.1 Circulação de m ercadoria
1.3.2 Serviços de transporte interestadual e interm unicipal
1.3.3 Serviços de com unicação
1.4 Base de cálculo
1.5 Alíquotas
1.6 Notas gerais
2 ESTUDO DO IPVA
2.1 Com petência e suj eito ativo
2.2 Suj eito passivo
2.3 Fato gerador
2.3.1 Veículo autom otor
2.3.2 Aeronaves “versus” IPVA
2.4 Elem ento tem poral do fato gerador
2.5 Base de cálculo
2.6 Alíquota
2.7 Notas gerais
3 ESTUDO DO ITCMD
3.1 Com petência tributária e suj eito ativo
3.2 Suj eito passivo
3.3 Fato gerador
3.4 Elem entos espacial e tem poral do fato gerador
3.5 Base de cálculo
3.6 Alíquotas
3.7 Notas gerais
32. Im postos Federais
1 ESTUDO DO ITR
1.1 Com petência e suj eito ativo
1.2 Suj eito passivo
1.3 Fato gerador
1.3.1 Conceito de bem im óvel
1.3.2 Conceito de zona rural
1.3.3 Áreas de expansão urbana
1.3.4 Elem entos tem poral e espacial do fato gerador
1.4 Base de cálculo
1.5 Alíquotas
1.6 Notas gerais
2 ESTUDO DO IOF
2.1 Com petência e suj eito ativo
2.2 Suj eito passivo
2.3 Fato gerador
2.4 Base de cálculo
2.5 Alíquotas
2.6 Princípio da legalidade e extrafiscalidade
2.7 Notas gerais
3 ESTUDO DO II
3.1 Com petência e suj eito ativo
3.2 Suj eito passivo
3.3 Fato gerador
3.4 Base de cálculo
3.5 Alíquotas
3.6 Notas gerais
4 ESTUDO DO IE
4.1 Com petência e suj eito ativo
4.2 Suj eito passivo
4.3 Fato gerador
4.4 Base de cálculo
4.5 Alíquotas
4.6 Notas gerais
5 ESTUDO DO IPI
5.1 Com petência e suj eito ativo
5.2 Suj eito passivo
5.3 Fato gerador
5.3.1 Conceito de industrialização
5.4 Base de cálculo
5.5 Alíquotas
5.6 Notas gerais
6 ESTUDO DO IR
6.1 Com petência e suj eito ativo
6.2 Suj eito passivo
6.3 Fato gerador
6.3.1 Definição de renda e proventos de qualquer natureza
6.4 Base de cálculo
6.4.1 Conceito de patrim ônio
6.5 Alíquotas
6.6 Notas gerais
REFERÊNCIAS
APÊNDICE - LINHA DO TEMPO
Dedico esta obra à Dina, esposa e com panheira, que com partilha com igo os
tantos m om entos de felicidade de nossa vida em com um .
Dedico, tam bém , à Jam ile e à Rania,frutos do nosso am or, que tornam nossas
vidas m ais cheias de sentido.