Rang e Dale: Farmacologia

Humphrey P. Rang · Capítulo 410 de 751

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Rang e Dale: Farmacologia

Hormônios da adeno-hipófise

de TSH tireotrófico.

▼ A protirrelina (atualmente descontinuada no Reino Unido) é um

TRH sintético usado no diagnóstico de alterações da tireoide (ver

Capítulo 35). Quando administrada por via intravenosa em indivíduos

normais, ela causa aumento na concentração plasmática de TSH, mas

em pacientes com hipertireoidismo a resposta é diminuída porque a

concentração de tiroxina elevada no sangue causa efeito de

retroalimentação negativa na adeno-hipófise. No hipotireoidismo ocorre

o oposto, pois há defeito intrínseco na tireoide em si.

 

Fator de liberação da corticotrofina

O fator liberador de corticotrofina (CRF; do inglês, corticotrophin-releasing

factor) é um peptídio que estimula a liberação do hormônio

adrenocorticotrófico (ACTH, corticotrofina) e de β-endorfina dos

corticotrofos, na adeno-hipófise. O CRF age em sinergia com o hormônio

antidiurético (ADH; arginina-vasopressina, ver Capítulo 30), e tanto sua

ação como sua liberação são inibidas pelos glicocorticoides (Figura 34.4).

Preparações sintéticas são usadas para testar a capacidade da hipófise em

secretar ACTH e para avaliar se a deficiência de ACTH é causada por

defeito na hipófise ou no hipotálamo. Também são usadas para avaliar a

função hipotalâmico-hipofisária após o tratamento da síndrome de Cushing

(Figura 34.7).

 

HORMÔNIOS DA ADENO-HIPÓFISE

Os principais hormônios da adeno-hipófise estão assinalados na Tabela

34.1. As gonadotrofinas são avaliadas no Capítulo 36, e o TSH, no Capítulo

35. As ações dos restantes estão resumidas adiante.

Hormônio do crescimento (somatotrofina)

O hormônio do crescimento é secretado pelos somatotrofos e é o hormônio

hipofisário mais abundante. Sua secreção é elevada no recém-nascido,

diminuindo aos 4 anos a um nível intermediário, que é mantido até depois

da puberdade, após a qual existe declínio. O hormônio do crescimento

recombinante humano, a somatropina, está disponível para o tratamento de

defeitos de crescimento e outros problemas de desenvolvimento.

 

Tabela 34.1 Hormônios secretados pelo hipotálamo e pela

adeno-hipófise e fármacos relacionados.

Principais efeitos de hormônio da adeno-

Fator/hormônio hipotalâmico Efeito na adeno-hipó se

hipó se

 

Liberação do ACTH (corticotro na) Estimula a secreção dos hormônios do córtex da

CRF suprarrenal (principalmente glicocorticoides);

Análogo: tetracosactida mantém a integridade do córtex da suprarrenal

 

TRH Estimula a síntese e a secreção dos hormônios da

Liberação do TSH (tireotro na) tireoide; mantém a integridade da glândula

Análogo: protirrelina tireoide

Regula o crescimento, em parte diretamente mas

GHRF (somatorrelina) também por induzir a liberação de Liberação do GH (somatotro na)

somatomedinas pelo fígado ou por outros

Análogo: sermorrelina Análogo: somatropina tecidos; aumenta a síntese proteica, aumenta a

glicemia, estimula a lipólise

Fator de inibição da liberação de

hormônio do crescimento

 

(somatostatina) Previne os efeitos do GHRF. Bloqueia a liberação Inibe a liberação do GH de TSH

Análogos: octreotida, lanreotida,

pasireotida

GnRH Liberação do FSH (Capítulo 36) Estimula o crescimento do óvulo e do folículo de

Graaf (na mulher) e a gametogênese (no

Análogos: “análogos da

homem); junto com o LH, estimula a secreção de

gonadorrelina” – busserrelina,

estrógeno ao longo do ciclo menstrual e de

gosserrelina, leuprorrelina,

progesterona na segunda metade do ciclo

nafarrelina, triptorrelina

Estimula a ovulação e o desenvolvimento do

Liberação do LH ou hormônio corpo lúteo; junto com o FSH, estimula a estimulante das células intersticiais secreção de estrógeno e progesterona no ciclo

(Capítulo 36) menstrual; no homem, regula a secreção de

testosterona

PRF Liberação da prolactina Previne os efeitos descritos acima

Junto com outros hormônios, a prolactina

Fator inibidor da liberação de

promove o desenvolvimento do tecido mamário

prolactina (provavelmente Inibe a liberação da prolactina

durante a gravidez e estimula a produção de leite

dopamina)

no período pós-parto

Promove a formação de melanina, o que leva ao

escurecimento da pele; o MSH tem ações anti-

Fator de liberação do MSH Liberação de α-, β- e γ-MSH

in amatórias e também regula o apetite/a

alimentação

Fator inibidor da liberação de MSH Inibe a liberação de α-, β- e γ-MSH Previne os efeitos do MSH

ACTH, hormônio adrenocorticotró co; CRF, fator de liberação da corticotro na; FSH, hormônio foliculoestimulante; GH, hormônio

do crescimento; GHRF, fator de liberação do hormônio de crescimento; GnRH, hormônio de liberação de gonadotro na (ou

hormônio luteinizante); LH, hormônio luteinizante; MSH, hormônio estimulante de melanócitos; PRF, fator de liberação de

prolactina; TRH, hormônio liberador de tireotro na; TSH, hormônio estimulante da tireoide.

 

■ Regulação da secreção

A secreção do hormônio do crescimento é regulada pela ação do GHRF

hipotalâmico e modulada pela somatostatina, como descrito anteriormente e

esquematizado na Figura 34.2. Um outro peptídio estimulante da liberação

de hormônio do crescimento (grelina) é liberado pelo estômago e pelo pâncreas e está implicado no controle do apetite e do peso corporal (ver

Capítulo 33). Um dos mediadores da ação do hormônio do crescimento, o

fator de crescimento semelhante à insulina (IGF; do inglês, insulin-like

growth factor)-1, que é liberado pelo fígado, tem efeito inibitório sobre a

secreção de hormônio do crescimento, estimulando a liberação de

somatostatina do hipotálamo.

Assim como a secreção de outros hormônios da adeno-hipófise, a

liberação do hormônio do crescimento é pulsátil, e sua concentração

plasmática pode variar em 10 a 100 vezes. Essa oscilação ocorre

repetidamente durante o dia e a noite, e reflete a dinâmica do controle

hipotalâmico. O sono profundo é um estímulo potente da secreção de

hormônio do crescimento, particularmente em crianças.

 

■ Ações

O principal efeito do hormônio do crescimento (e de seus análogos) é

estimular o crescimento normal. Para isso, ele age em conjunto com outros

hormônios secretados pela tireoide, pelas gônadas e pelo córtex da

suprarrenal. Estimula a produção hepática dos IGF – também chamados de

somatomedinas –, que medeiam a maioria de suas ações anabólicas. IGF-1

(o mediador principal) medeia muitos desses efeitos anabólicos,

estimulando a captação de aminoácidos e aumentando a síntese de proteínas

pelo músculo esquelético (e, portanto, do volume do músculo), bem como

pela cartilagem nas epífises dos ossos longos, influenciando, assim, o

crescimento ósseo. Os receptores de IGF-1 existem em vários outros tipos

celulares, incluindo hepatócitos e adipócitos.

 

■ Alterações da produção e uso clínico A deficiência do hormônio do crescimento (ou a falência da sua ação)

resulta em nanismo hipofisário. Nessa condição, que pode resultar da

ausência de GHRF ou de uma ausência de produção ou de ação de IGF, as

proporções normais do corpo são mantidas apesar de a estatura global ser

reduzida. O hormônio do crescimento é usado terapeuticamente nesses

pacientes (geralmente crianças) e nos que sofrem de baixa estatura causada

por insuficiência renal crônica ou associada à alteração cromossômica

conhecida como síndrome de Turner.

Os seres humanos não são sensíveis ao hormônio do crescimento de

outras espécies; portanto, deve-se utilizar clinicamente o hormônio do

crescimento humano (hGH). Os cadáveres humanos foram a fonte original,

mas isso levou à disseminação da doença de Creutzfeldt-Jacob, uma

alteração neurodegenerativa mediada por um príon (ver Capítulo 41).

Atualmente, o hGH é obtido por meio da tecnologia de DNA recombinante

(somatropina), o que evita esse risco. Pode-se alcançar crescimento linear

satisfatório pela administração de somatropina SC, 6 a 7 vezes/semana; o

tratamento é mais bem-sucedido se iniciado precocemente.

O hGH também é utilizado ilicitamente por atletas (ver Capítulo 59)

para aumentar a massa muscular. Doses elevadas apresentam sérios efeitos

adversos, causando crescimento ósseo anômalo e cardiomegalia. Também

foi testado como modo de combater as alterações corporais na senescência;

os testes clínicos mostraram aumento da massa corporal, porém nenhuma

melhora funcional. O IGF-1 recombinante humano (mecasermina) também

está disponível para o tratamento da deficiência de crescimento em crianças

que não tenham quantidades adequadas desse hormônio.

A produção excessiva de hormônio do crescimento em crianças resulta

no gigantismo. A produção excessiva em adultos, que geralmente é

resultado de tumor hipofisário benigno, resulta em acromegalia, patologia em que há aumento principalmente da mandíbula, das mãos e dos pés. O

agonista de dopamina bromocriptina e a octreotida podem melhorar essa

condição. Outro agente útil é o pegvisomanto, um análogo modificado do

hormônio do crescimento preparado por meio da tecnologia recombinante,

um antagonista altamente seletivo das ações do hormônio do crescimento.

 

Prolactina

A prolactina é secretada na adeno-hipófise por células do tipo lactotrofos

(mamotrofos). São abundantes na glândula e aumentam em número durante

a gravidez, provavelmente pela influência dos estrógenos.

 

■ Regulação da secreção

A secreção da prolactina está sob controle inibitório tônico da dopamina

(atuando nos receptores D 2 dos lactotrofos) liberada pelo hipotálamo

(Figura 34.3 e Tabela 34.1). O principal estímulo para a liberação é a

sucção; em ratos, o odor e os sons emitidos pelos filhotes famintos também

são desencadeantes eficazes. Os reflexos neurais da mama podem estimular

a secreção pelo hipotálamo do(s) fator(es) liberador(es) de prolactina, como

o TRH e a ocitocina. Os estrógenos aumentam tanto a secreção de

prolactina quanto a proliferação de lactotrofos, por meio da liberação do

neuropeptídio galanina por um subgrupo de lactotrofos. Antagonistas de

dopamina (usados principalmente como fármacos antipsicóticos; ver

Capítulo 47) são estimulantes potentes da liberação de prolactina, enquanto

agonistas como a bromocriptina (ver Capítulos 40 e 47) suprimem a

liberação de prolactina. A bromocriptina também é usada na doença de

Parkinson (ver Capítulo 41).

Figura 34.3 Controle da secreção de prolactina. Os fármacos são mostrados em quadros amarelos. PRF, fator de liberação de prolactina; PRIF, fator inibidor da liberação de prolactina; TRH, hormônio de liberação de tireotrofina.

 

■ Ações

O receptor de prolactina é um receptor transmembrana de domínio isolado

do tipo ligado a quinase (ver Capítulo 3) relacionado com os receptores de

citocina. São conhecidas diversas isoformas e variantes de splice diferentes.

Esses receptores não são encontrados apenas na glândula mamária, mas

estão distribuídos amplamente pelo organismo, incluindo no cérebro, nos ovários, no coração, nos pulmões e no sistema imune. A principal função da

prolactina nas mulheres é o controle da produção de leite. No parto, a

concentração de prolactina aumenta, e a lactação é iniciada. A manutenção

da lactação depende da sucção (ver adiante), que causa um aumento dos

níveis de prolactina no sangue de 10 a 100 vezes em 30 minutos.

Juntamente com outros hormônios, a prolactina é responsável pela

proliferação e diferenciação do tecido mamário durante a gravidez. Ela

também inibe a liberação de gonadotrofinas e/ou a resposta dos ovários a

esses hormônios tróficos. Essa é uma das razões pelas quais a ovulação, em

geral, não ocorre durante a amamentação.

▼ De acordo com uma hipótese bastante tentadora, a elevada

concentração de prolactina no período pós-parto reflete sua função

biológica como hormônio “parental”. Certamente, o ato de cuidar da

ninhada e a atividade de construção de ninhos podem ser induzidos em

aves, camundongos e coelhos, após injeção de prolactina. A prolactina

também exerce outras ações aparentemente não relacionadas, incluindo

o estímulo à mitogênese em linfócitos. Há evidências de que isso possa

exercer um papel na regulação de respostas imunológicas.

 

■ Modificação da secreção de prolactina

A prolactina não é usada clinicamente. A bromocriptina, um agonista dos

receptores de dopamina, é usada para reduzir a secreção excessiva de

prolactina (hiperprolactinemia). Ela é bem absorvida VO, e as

concentrações máximas ocorrem após 2 h. As reações adversas incluem

náuseas e vômitos. Também podem ocorrer tontura, constipação intestinal e

hipotensão postural. A carbergolina e a quinagolida são semelhantes.

Usos clínicos da bromocriptina

 

• Impedir a lactação

• Tratar a galactorreia (i. e., lactação não puerperal em ambos os sexos), resultante da

secreção em excesso de prolactina

• Tratar tumores hipo sários secretores de prolactina (prolactinomas)

• No tratamento da doença de Parkinson (ver Capítulo 41) e da acromegalia.

 

Hormônio adrenocorticotrófico

O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH, corticotrofina) é o hormônio

adeno-hipofisário que controla a síntese e liberação dos glicocorticoides do

córtex da suprarrenal (Tabela 34.1). É um peptídio de 39 resíduos, derivado

do precursor pró-opiomelanocortina pelo processamento proteolítico

(POMC; do inglês, pro-opiomelancortin) sequencial. Atua no membro MC 2 da família dos receptores de melanocortina (ver adiante). A falha na ação do

ACTH, devido a defeitos no seu receptor ou nas vias de sinalização

intracelular, pode levar à deficiência grave de glicocorticoide (Chan et al.,

2008). Detalhes da regulação da secreção de ACTH são mostrados na

Figura 34.4.

▼ Esse hormônio desempenha (junto com a cortisona) um papel

importante na história do tratamento da inflamação (ver o trabalho de

Hench et al., da década de 1940), pois se observou, pela primeira vez,

que ambas as substâncias tinham efeitos anti-inflamatórios em pacientes

com doença reumática. Pensou-se que o efeito do ACTH fosse

secundário ao estímulo do córtex da suprarrenal, mas, curiosamente, o

hormônio também tem ações anti-inflamatórias por si só, por meio da

ativação de receptores macrofágicos (melanocortina) MC3 (Getting et

al., 2002).

Atualmente, o ACTH em si não é usado com frequência em tratamentos,

pois seu efeito é menos previsível que o dos corticosteroides e pode levar à

formação de anticorpos. A tetracosactida (tetracosactrina), um

polipeptídio sintético que consiste nos primeiros 24 resíduos N-terminal de

ACTH humano, sofre alguns dos mesmos inconvenientes, mas é agora

usada amplamente para avaliar a competência do córtex da suprarrenal. O

fármaco é administrado por via IM ou intravenosa, e a concentração de

hidrocortisona no plasma é medida por radioimunoensaio.

 

■ Ações

Agindo por meio dos receptores MC2, a tetracosactida e o ACTH têm duas ações no córtex da suprarrenal:

• Estímulo da síntese e liberação de glicocorticoides. Essa ação ocorre em

minutos após a injeção, e as ações biológicas consequentes são,

predominantemente, as dos esteroides liberados

• Ação trófica nas células do córtex da suprarrenal e regulação dos níveis

de enzimas esteroidogênicas mitocondriais. A perda desse efeito é

responsável pela atrofia da suprarrenal resultante da administração

crônica de glicocorticoides, o que suprime a secreção de ACTH.

Figura 34.4 Regulação da síntese e secreção dos corticosteroides da suprarrenal.

 

A alça longa de retroalimentação (feedback) negativa é mais significativa fisiologicamente que a alça curta (linhas tracejadas). O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH, corticotrofina) tem apenas efeito mínimo na produção de mineralocorticoides. Os fármacos são mostrados em quadros amarelos. ADH, hormônio antidiurético (vasopressina); CRF, fator liberador de corticotrofina.

 

Hormônio melanócito-estimulante (MSH)

Os peptídios α, β e γ-MSH são hormônios peptídicos com semelhança

estrutural ao ACTH e derivavam do mesmo precursor. Em conjunto, esses

peptídios são denominados melanocortinas, pois sua primeira ação

reconhecida foi o estímulo à produção de melanina pelas células

especializadas da pele, chamadas de melanócitos. Desse modo, eles têm um

papel importante na determinação da coloração do cabelo, da pele e na

reação à luz ultravioleta.

O MSH age nos receptores de melanocortina, dos quais cinco (MC1-5) foram clonados. Estes são receptores acoplados à proteína G (GPC; do

inglês, G protein-coupled receptors) e responsáveis por ativar a síntese de

cAMP. A formação de melanina é controlada pelo receptor MC 1. O excesso de produção de α-MSH pode provocar proliferação anômala de

melanócitos, predispondo à ocorrência de melanoma.

▼ As melanocortinas exibem vários outros efeitos biológicos. Por

exemplo, o α-MSH inibe a liberação de interleucina (IL)-1β e o fator de

necrose tumoral alfa (TNF-α) reduz a infiltração neutrofílica e exibe

atividade anti-inflamatória e antipirética. Os níveis de α-MSH são

elevados no líquido sinovial de pacientes com artrite reumatoide. Esses

efeitos imunomoduladores são transduzidos pelos receptores MC 1 e

MC3. Vêm sendo pesquisados agonistas desses receptores que possam

ter potencial anti-inflamatório. A injeção central de α-MSH também

causa alterações no comportamento animal, como intensificação do

preparo para a atividade sexual e aumento dela, além de redução da

procura por alimento, por meio de suas ações nos receptores MC4. Por

isso, os agonistas de MC4 estão sob investigação como tratamento

potencial para a obesidade e impotência erétil.

A injeção intracerebroventricular ou intravenosa de γ-MSH aumenta a

pressão sanguínea, a frequência cardíaca e o fluxo sanguíneo cerebral.

Esses efeitos, provavelmente, são mediados pelo receptor MC4.

Dois ligantes que ocorrem naturalmente para os receptores de

melanocortina (peptídio agouti-sinalizador e peptídio agouti-relacionado,

juntos denominados agouti) foram descobertos em tecidos humanos. São

proteínas que, competitivamente, antagonizam o efeito de MSH nos

receptores de melanocortina.