Rang e Dale: Farmacologia

Humphrey P. Rang · Capítulo 62 de 751

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Rang e Dale: Farmacologia

Biofármacos de proteínas e oligonucleotídios

convencionais (incluindo sua farmacologia), e estes serão usados como

critério para distingui-los. Iniciaremos com uma discussão sobre os

biofármacos de proteínas e oligonucleotídios.

 

Biofármacos e terapia gênica | De nição e potenciais usos

 

• Biofármacos incluem proteínas e anticorpos (e oligonucleotídios) usados como fármacos:

– Biofármacos de primeira geração são essencialmente cópias de proteínas ou

anticorpos endógenos, produzidos por tecnologia de DNA recombinante

– Biofármacos de segunda geração foram “desenhados” para melhorar o desempenho

da proteína, anticorpo ou agente antisense

• Aplicações:

– Anticorpos monoclonais terapêuticos

– Hormônios recombinantes

– Controle da expressão gênica (oligonucleotídios)

• A terapia gênica é a adição de material genético às células para prevenir, aliviar ou curar

uma doença

• Potenciais aplicações:

– Cura radical de doenças monogênicas (p. ex., brose cística, hemoglobinopatias)

– Melhora de doenças com ou sem componente genético, incluindo muitas doenças

malignas, neurodegenerativas e infecciosas

 

BIOFÁRMACOS DE PROTEÍNAS E OLIGONUCLEOTÍDIOS

O uso de proteínas como agentes terápicos não é uma ideia nova; a insulina,

extraída do tecido de pâncreas animal (ver Capítulo 32), e o hormônio do crescimento humano, extraído no passado de glândulas pituitárias de