Rang e Dale: Farmacologia
Fármacos usados para tratar as infecções fúngicas
lamentosos infecções na pele e nas unhas, e são griseofulvina
Epidermophyton occosum
referidos como tinhas ou “micose”
Microsporum spp.
Anfotericina, caspofungina,
Aspergillus fumigatus Aspergilose pulmonar
voriconazol, outros azóis
Histoplasma capsulatum Histoplasmose
Fungos
Coccidioides immitis Coccidioidomicose Itraconazol, anfotericina
dimór cos
Blastomyces dermatitidis Blastomicose
Em outras partes do mundo, as infecções fúngicas sistêmicas incluem
blastomicose, histoplasmose (que produz calcificações características nas
radiografias torácicas), coccidioidomicose e paracoccidioidomicose; estas
são frequentemente infecções primárias, ou seja, não são secundárias à
redução da função imunológica ou à alteração dos microrganismos
comensais.
Além de um estilo de vida livre e flutuante, alguns fungos podem se
desenvolver e crescer em biofilmes, ou seja, comunidades fúngicas ligadas a
superfícies inertes (p. ex., cateteres) ou vivas (p. ex., implantes). Algumas
colônias são altamente resistentes ao estresse e a fármacos antifúngicos,
tornando-as muito difíceis de tratar.
FÁRMACOS USADOS PARA TRATAR AS INFECÇÕES FÚNGICAS
Os agentes terapêuticos atuais podem ser amplamente classificados em dois
grupos: o primeiro, composto pelos antibióticos antifúngicos que ocorrem
naturalmente, como os polienos e as equinocandinas, e o segundo, pelos
fármacos sintéticos, incluindo os azóis e as pirimidinas fluoradas. Como
muitas infecções são superficiais, há inúmeras preparações tópicas. Muitos agentes antifúngicos são bastante tóxicos e, quando o tratamento sistêmico